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SAY HELLO TO MY BOOKS

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30
Jul17

RESUMO | ABRIL / MAIO / JUNHO 2017

Estes três meses entram aqui em conjunto porque, além de não ter feito resumo de cada um na altura certa (e agora já não tem sentido fazer individual), forem meses em que, por motivos que não interessam ao blog, não consegui dar tanta atenção aqui a este cantinho e pior...quase não vi filmes, as séries foram poucas e não li quase nada.  

 

ABRIL

Foram duas leituras, diferentes e interessantes. Um livro para o Clube dos Clássicos Vivos e uma poetisa indiana que me arrebatou o coração. Vi o filme do mês para o meu desafio 12 Filmes para 2017 e mais um, que apanhei na televisão e que é uma boa bosta. Terminei, para sempre, a série GIRLS, que me trouxe tantas reflexões, gargalhadas e bons momentos. Vi a série brasileira Dupla Identidade sobre a caça a um serial killer - muito boa. E dei seguimento a mais umas quantas. 

 

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2 LIVROS 

Paris é uma Festa, Ernest Hemningway - 3/5

leite e mel, Rupi Kaur - 5/5

 

2 FILMES

Manhattan, Woody Allen (1979) - 7/10 

Endless love - 4/10 

 

6 SÉRIES (33 episódios)

Girls - Temporada 6 (completa - 10)

Dupla Identidade - Temporada 1 (completa - 13)

Anatomia de Grey - Temporada 13 (18-20)

The Big Bang Theory - Temporada 10 (18-21)

Modern Family - Temporada (18-19)

Big Little Lies - Temporada 1 (7)

 

 

MAIO

Não peguei em nenhum livro. Não estava com capacidade emocial durante esse mês para nada, praticamente. Vi o filme do mês do desafio 12 Filmes para 2017, que adorei. Adoro filmes sobre máfia italiana e, principalmente, histórias verídicas. E passei muito tempo com o House.

 

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1 FILME

Goodfellas,  Martins Scorsese (1990) - 9/10

 

4 SÉRIES (34 episódios)

House - Temporada 2 (completa - 24)

Anatomia de Grey - Temporada 13 (21-24)

The Big Bang Theory - Temporada 10 (22-24)

Modern Family - Temporada (20-22)

 

JUNHO

Em Junho, mês de Portugal, quis ler apenas autores lusófanos. Vi o filme do mês para o meu desafio 12 Filmes para 2017, que no mês do dia das crianças, foi bem escolhido. Gostei muito! E não peguei em nenhuma série. 

 

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4 LIVROS 

Jesus Cristo Bebia Cerveja, Afonso Cruz - 4/5

Trinta e Oito e Meio, Maria Ribeiro  - 4/5

O amor é fodido, Miguel Esteves Cardoso - 3/5

Nos bastidores de Hollywood, Mário Augusto - por terminar 

 

1 FILME

Stand by me, Rob Reiner (1986) - 8/10 

 

 

RESUMO | JANEIRO 2017

RESUMO | FEVEREIRO 2017

RESUMO | MARÇO 2017 

 

TOTAL 2017: 17 livros / 30 filmes / 149 episódios (13 séries)

26
Jul17

O Ano do Sim, Shonda Rhimes

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- Tu nunca dizes sim a nada. 

 Bastou esta frase, dita pela irmã num jantar de Thanksgiving, para que Shonda Rhimes tivesse um click e percebesse que tinha que mudar muita coisa. Ao longo dos anos tinha-se dedicado apenas ao trabalho e às filhas adotivas (de quem é mãe solteira) e tinha deixado o resto do mundo de lado, incluindo a própria saúde. Tinha medo de falar em público, de dar entrevistas, de grandes eventos, de sítios com muita gente e de ter os holofotes virados para si. Até que a irmã lhe disse essa simples frase, enquanto cortava cebolas na cozinha, que se tornou num verdadeiro "abre olhos" para Shonda. Decidiu passar um ano a dizer "Sim" a tudo o que antes respondia automaticamente "não". Fosse entrevistas nos maiores programas de TV, como Jimmy Kimmel e Oprah, fosse falar em público em cerimónias de entregas de prémios, fazer discursos em formaturas de Universidades, ou simplesmente a dizer "sim" à sua saúde em resposta à obesidade. Dizer "sim" a conversas difíceis em resposta a amizades tóxicas. Dizer sim a diversão, para além do trabalho. Dizer sim a tirar um tempo para brincar com as filhas. E isso mudou a vida dela. E são essas experiências que nos conta neste livro. 

 

"Perdermo-nos não acontece de repente. Perdermo-nos acontece um "não" de cada vez.

Não a sair esta noite. Não a rever aquela colega da universidade. Não a ir àquela festa. Não a tirar férias.

Não a fazer uma nova amiga. Perdermo-nos acontece um quilo de cada vez.

Quanto mais trabalhava, mais tensa andava. Quanto mais tensa andava, mais comia". 

 

Maaas (há sempre um mas) o livro não foi bem o que eu esperava. Tem reflexões interessantes, conselhos pertinentes e relatos de experiências que nos podem motivar a sair do conformismo e fazermos mais por nós próprios. Mas também tem muuuita palha. Tanta palha!!! Além de que repete várias vezes as mesmas ideias. Chega a ser um bocadinho aborrecido em certas partes. É, apenas, um livro engraçado em que ficamos a conhecer mais sobre uma mulher, negra, que conseguiu marcar o seu lugar num mundo de homens (brancos), conseguindo ainda levar para a televisão uma grande diversidade de personagens, que gerou bastante polémica, e pouco vista até então. Desde várias raças a todos os gostos sexuais, nas suas séries há de tudo. Quem acompanha Anatomia de Grey, por exemplo, sabe do que estou a falar. E é muito interessante entrar dentro da cabeça criadora deste mundo e de personagens tão icónicas como Meredith Grey e Christina Yang. Talvez por isso lhe tenha dado três estrelas (arrancadas a ferros). Entramos um bocadinho dentro de Shondaland (a sua produtora) e para quem é fã de Grey's Anatomy, Scandal e How to get away with murder isso tem algum significado. 

 

"Isto é quem sou. Silenciosa. Calada. Interior. Mais confortável com livros do que com situações novas.

Satisfeita por viver dentro da minha imaginação." 

 

Shonda confessa que "Christina Yang" era a sua voz no mundo. Tudo o que tinha receio de dizer ou fazer, punha a personagem a dizê-lo e fazê-lo. Sem medos. Também gostei, particularmente, de uma parte em que disserta sobre as amizades verdadeiras. Amizades que a vida se encarregou de autoselecionar. Deixou os bons, foi levando os tóxicos, os que não valiam a pena, aqueles que desistem de nós só porque ouvem uns "nãos". Aqueles que se aproveitam e que só lá estão porque precisam. Shonda mudou com o Ano do Sim, ficou mais aberta, mais disponível para a vida, mas também menos "capacho" dos outros. E com isto perdeu amizades. 

 

"Hoje vejo as pessoas pelo que são. E por quem sou com elas. Porque não se trata apenas

de me rodear de pessoas que me tratam bem. Também é rodear-me de pessoas cujos autoestima,

autorespeito e valores me inspirem a elevar o meu próprio comportamento."

 

Mas também faz sentido dizermos "sim" a quem vale a pena. Vamos adiando aquele café prometido há tanto tempo, vamos adiando aquele telefonema, aquele jantar, aquela conversa...até que o tempo passa e fica cada vez mais dificil retomar contacto. Porque a conversa já não flui tão bem, porque já se passou tanta coisa entretanto. E as pessoas vão-se afastando. Já aconteceu comigo. E com vocês também, certamente. Vamos dizendo "não" às vezes por preguiça, cansaço, estupidez, e a vida encarrega-se de ir fechando portas a cada "não" que damos. Acho que esta foi a parte que me fez mais sentido do livro. 

 

Concluindo, Shonda podia transmitir a mesma mensagem em metade das páginas. Também não fiquei com uma grande impressão dela como pessoa. Achei-a arrogante, convencida e até um pouco cliché, tentando não sê-lo. Mas fica o conselho "Sejam fazedores, não sonhadores" e a ideia de que qualquer pessoa que vos diga que está a fazer tudo perfeitamente bem é mentirosa. Toda a gente precisa de ajuda. Trabalhar em equipa, seja no emprego ou em casa, é sempre muito mais compensador. E aceitar que somos o melhor que temos, abrir um sorriso e dizer "sim" à vida. 

 

"Começo a apreciar os elogios. O facto de alguém se deter para me fazer um elogio significa algo para mim. 

Ninguém é obrigado a elogiar-nos. Fazem-no por gentileza. Fazem-no porque querem.

Fazem-no porque acreditam no elogio. Por isso, quando negamos o elogio de alguém,

estarmos a dizer-lhes que estão errados, que perderam o seu tempo.

Questionamos o seu gosto e a sua avaliação. Estamos a insultá-los.

Se alguém quiser elogiar-te, deixa-o elogiar-te."

 

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Título: O Ano do Sim

Autor: Shonda Rhimes

Edição: Marcador (2016)

Ano de publicação: 2015

 Nº páginas: 254

25
Jul17

Nos Bastidores de Hollywood, Mário Augusto

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Este é daqueles livros que eu tinha tanto para dizer, que mais vale não dizer muito e apenas aconselhar-vos a lê-lo. Para quem gosta de cinema - ao ponto de não gostar só de ver os filmes, mas de saber o que está para lá do resultado final que nos chega no grande ecrã - para quem gosta de saber curiosidades dos actores, das gravações, do funcionamento de todo daquele mundo hollywoodesco, este livro é um petisco

 

Mário Augusto desperta em nós uma inveja miúdinha. O jornalista, que há muitos anos se dedica à área do cinema, já teve oportunidade de entrevistar, conversar e conviver com as maiores estrelas de Hollywood (entre actores, realizadores e produtores) já visitou vários estúdios de cinema e marcou presença nas mais diversas festas, rodeado pelos maiores nomes da indústria. Teve, durante anos, uma visão privilegiada daquele mundo. Portanto, não #somostodosmarioaugusto, mas gostávamos de ser. E não podendo sê-lo, conseguimos ter acesso a esses momentos e encontros neste livro, que não é mais que um apanhado de várias curiosidades sobre os bastidores do cinema, o que se passa para lá das câmaras, as impressões pessoais do autor sobre as grandes estrelas e histórias caricatas que passou nas viagens que faz pelo mundo atrás das melhores histórias ligadas à sétima arte. 

 

Todo o primeiro capítulo relata o que acontece nos bastidores dos Óscares. Como se preparam as reportagens, como é o ambiente entre os jornalistas de todo o mundo lá presentes (as "cotoveladas" pelo melhor lugar), os truques para apanhar as estrelas na passadeira ("colando-se" a grandes canais americanos, com quem os actores param para falar de certeza), etc. E é muito interessante conhecer a própria história dos Óscares nos meios portugueses... No final dos anos 80, Portugal não dava grande destaque à noite dos Óscares. Só existia a RTP, que passava um resumo da cerimónia duas semanas depois da data. Até que um jovem jornalista, cinéfilo, que trabalhava na RDP Antena 1, propôs aos chefes fazer a cobertura do evento, pela primeira vez, na rádio. Mas, sem repórter no local, nem imagens disponíveis em direto para que pudesse ir fazendo o relato, safou-se apanhando uma transmissão pirata da TVE (espanhola), com emissão dobrada, e foi assim que foi relatando para os ouvintes portugueses tudo o que acontecia do outro lado do Atlântico. Em 1991 tornou-se no primeiro jornalista português a ser enviado para Los Angeles, para fazer reportagem no local, in loco, diretamente da passadeira vermelha. E fê-lo durante vários anos seguidos. Conta-nos como foi ver de perto todo o glamour de Hollywood, que actores foram mais simpáticos nesses primeiros anos, as gafes que cometeu e o ambiente que se vivia. 

 

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Depois chegam os capítulos sobre actores e realizadores que entrevistou ao longo dos anos. Este livro vai ao outro lado dessas entrevistas, propondo uma viagem fascinante pelos factos, realidades e experiências pessoais de quem faz parte deste mundo. Histórias e segredos que só alguém com uma posição privilegiada nos podia trazer. O livro foi publicado em 2005, quando Mário Augusto já levava 15 anos de entrevistas. São vários os atores que entrevistou várias vezes ao longo dos anos, conseguindo até manter uma relação de próximidade com alguns. Ficamos a conhecer, pelos seus olhos e palavras, quais são os mais simpáticos, aqueles que não dizem duas para a caixa, os mais divertidos, os que têm família portuguesa, e tudo o que por vezes é dito e feito em off no momento dessas entrevistas.

 

Conta-nos curiosidades interessantes (ou nem tanto), como o facto de Winona Ryder, que filmou "A Casa dos Espíritos" no Alentejo, ficar surpreendida ao ver que as camponesas levavam garrafas de água para o campo...porque, para ela, o certo era irem de jarrões ao ombro. Certamente pensava que Portugal estava parado no séc. XV e que ainda não chegou cá essa maravilha que é água engarrafada. Ficamos a saber que Spielberg filmava a família nas férias quando era criança e hoje essas imagens estão guardadas nos cofres do American Film Institute. Que Diane Keaton achou que Mário Augusto tinha um cabelo óptimo. Que Liza Minelli foi filmada na entrevista com uma meia de vidro a tapar a lente da câmara para dar mais brilho ao seu rosto. Que Glenn Close já viveu em Milfontes. Que os avós maternos de Tom Hanks eram dos Açores. E até que Marion Cotillard tirou uma fotografia a Mário Augusto, com a sua câmara ainda analógica. E pude constatar a prepotência de Pierce Brosnan, a arrogância de Denzel Washington, o mau-feitio de Russel Crowe e o pãozinho sem sal do Ben Affleck. 

 

Mas, além das palavras, este livro dá-nos imagens. Vem com um DVD onde estão vários momentos das entrevistas feitas que nunca foram para o ar. Porque, obviamente, numa reportagem de televisão com 2 minutos, é impossível pôr toda a conversa que normalmente dura 15 minutos. Grande parte do sumo das conversas ficava de fora e só ia para o ar aquilo que fosse mais ligado aos filmes que promoviam na época. São essas pérolas, nunca antes vistas, que Mário Augusto partilha com os leitores. E, digo-vos, vale muito a pena. 

 

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Título: Nos Bastidores de Hollywood

Autor: Mário Augusto

Edição: PrimeBooks, 2005

Ano de publicação: 20005

 Nº páginas: 244

21
Jul17

Quando desconhecidos te despertam a vontade de ler certo livro

A Feira do Livro abriu-me horizontes literários. De entre os milhares de livros das editoras onde estava a trabalhar, muitos já conhecia, alguns já tinha na minha wishlist, mas não posso negar que trabalhar ali me deu a conhecer muito mais autores e títulos. Entre capas lindas, que me despertavam curiosidade, e sinopses intrigantes que me faziam querer sentar logo ali e ler o primeiro capítulo, foram vários os livros que me ficaram debaixo de olho. 

 

Mas isso também aconteceu com dicas de pessoas desconhecidas. Enquanto estava ali a trabalhar, iam aparecendo clientes, pessoas de todas as idades, formas e feitios que me perguntavam se tinha ali tal livro. Invariavelmente, aconteceu ficar na conversa com os clientes sobre um livro específico ou um autor. Pediam-me sugestões e eu acabava por recebê-las também, de bom grado, numa troca literária muito interessante que me encheu a lista de livros "para ler". Pessoas que falavam de tal livro ou tal autor com uma paixão e admiração tão grandes, que era impossível não ser influenciada por esse amor literário. Ou então, por outro lado, livros que eram tão procurados - ao nível de apanhar todos os dias pessoas à procura desses títulos - que foi impossível não querer lê-los também para perceber a loucura à sua volta (tirando a Bíblia, vá). Foram vários os títulos que me ficaram na cabeça e são, certamente, obras que quero ler. 

 

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Partilho estes quinze, mas podia pôr aqui muitos mais. Já leram algum? Dêem-me as vossas opiniões, quais os que valem mesmo a pena. 

 

19
Jul17

Pensamentos sobre o 1º episódio de Game of Thrones (season 7)

Spoiler Alert,

se ainda não viram o episódio fechem esta página e voltem mais tarde! 

 

- Que saudades de Westeros! 

- Granda Aria, mega boss, girl power máximo!!! 

- Sim, já sabíamos que era ela "dentro" do Walder Frey, mas ainda assim foi uma cena brutal!

- "The North remembers" - ARREPIOS (beijinho grande, queridos Ned e Robb) 

- A Sansa continua irritante. Ainda vai fazer merda. 

- Jon Snow firme no discurso, valores e decisões. Like!

- Esta pita "tem-nos" no sítio (Lyanna Mormont)

- Sam: que trabalho de merda. Coitado. Nojo. 

- Claro que ninguém vai reparar que roubaste as chaves. 

- Claro que os livros que vais levar ao calhas vão ser os que têm a informação que precisas. 

- Claro que mal abres o primeiro livro descobre logo um facto mega importante (e claro que essa informação não vai chegar ao Jon Snow). 

- A troca de olhares do Tormund com a Brienne... POR FAVOR CASEM E TENHAM BEBÉS!

- Ah ya, o Bran ainda existe... 

- A sério que puseram aqui o Ed Sheeran? Retiraram completamente a "magia" da série ser um mundo à parte. A cena não teve qualquer tipo de sentido nem peso para a continuação da história. Achei a pior parte do episódio, completamente desnecessário e um pouco patético até. 

- Então a Cersei que vivia para os filhos, eram o amor da vida dela, as únicas pessoas que amava no mundo...agora que morreram é "pronto, estão todos mortos, whatever, siga pra bingo" ?!?!?!?!

- Jaime Lannister podia vir jantar cá a casa!

- Dizem que Euron Greyjoy vai ser o grande vilão desta temporada. Até agora só o acho arrogante e com sentido de humor apurado. 

- Cadê Theon e a irmã? 

- Ahhh é aqui que está Sor Jorah Mormont. Nada bom aspecto aquele bracinho. 

- Toda a cena do Clegane a olhar para o fogo... Ok, tá bem, tem algum significado, mas não achei nada de especial. A cena dele a enterrar os corpos também era dispensável e aquele discurso mega cliché... (revirada de olhos). 

- A Daenerys e companhia a chegar a Dragonstone num mood muito épico ao estilo "descobertas do séc XV". Há todo um momento de "respira fundo que finalmente chegaste ao primeiro passo da nova vida.

- Uiii que canseira aquela escadaria toda. 

- O trono, não de ferro como o outro, mas de vidro de dragão. Like!

- O Tyrion muito apagadinho neste episódio... 

 

E pronto. O Inverno finalmente chegou e eu, pessoa de Verão, tremo só de ver aquelas paisagens geladas. Este episódio foi importante para fazer um ponto de situação de todas as personagens. Mas são só sete episódios porquê? Mais de um ano à espera para depois só a termos durante um mês e meio... Tenho pena que personagens como a Margaery, por exemplo, tenham ido desta para melhor. Vamos aguentar o coração, rezar para que nenhum Stark morra esta temporada e tentar perceber porque é que o cartaz da série traz o Jon com olhos de white walker... NÃO ME ENERVEM!

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Podem ainda ver aqui 8 curiosidades sobre este episódio, importantes para a história, que vos podem ter passado despercebidas. 

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