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SAY HELLO TO MY BOOKS

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03
Jan18

2017 Reading Challenge | Conclusão

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Das 14 categorias, li 10. Gostava de ter feito check em todas, mas as que não ficaram feitas em 2017 passam directamente para 2018 e já sei quais os livros para encaixar em cada uma (mostro no post das leituras para 2018, que sai amanhã). Acho que desafios anuais não funcionam comigo. É bom conhecermo-nos e descobrirmos o que funciona ou não connosco. Evita futuras frustrações. É por isso que não vou fazer um Reading Challenge destes para 2018. Mas gostei de, mais uma vez, encaixar títulos em categorias específicas. Alargamos o leque de leituras. 

 

Um calhamaço - 

Uma biografia - Apenas Miúdos, Patti Smith

Um livro sobre o Holocausto - Se isto é um homem, Primo Levi

Um livro vencedor de um prémio - A Vegetariana, Han Kang

Terminar uma série - 

Terminar um livro deixado a meio - O amor é fodido, Miguel Esteves Cardoso 

Um livro com um título longo - 

Um livro escrito há mais de 100 anos - O Vermelho e o Negro, Stendhal 

Um livro com uma mulher na capa - Trinta e Oito e Meio, Maria Ribeiro 

Um livro escrito por um autor antes dos 30 - leite e mel, Rupi Kaur 

Um livro de uma autora portuguesa - Os pásaros de seda, Rosa Lobato de Faria 

Reler um livro lido há mais de 10 anos - O Diário de Anne Frank, Anne Frank 

Um livro publicado no ano em que nasceste - 

Um livro com um nome próprio no título - Astérix e o papiro de César 

02
Jan18

O meu 2017 em livros

Li perto de 40 livros. Óptimo número para mim. Quem me acompanha já sabe que não dou valor à quantidade. O que me deixa mesmo satisfeita é olhar para trás e ver que li tanta coisa boa e tanta coisa que me provocou as mais diversas sensações. Acho que foi um ano de leituras emocionais. Ou talvez eu as tenha sentido assim. 

 

Aprendi muito com os livros este ano. Aprendi a deixa-me levar pela Fantasia. Reaprendi a sentir a poesia. Reforcei o meu gosto por não-ficção. Desmistifiquei autores. Li mais mulheres que homens, pela primeira vez. Chorei com um final, pela primeira vez. Li autores novos e voltei a ler alguns de que gosto muito. Li vários autores portugueses. Li livros de 1830 a 2017. E abri espaço no coração para personagens inesquecíveis. Além de ter lido livros de 13 países diferentes: Portugal, Inglaterra, França, Itália, Rússia, Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Brasil, Cuba, Chile, Índia, Coreia do Sul. Gostava que este número fosse maior, em 2018 vou tentar chegar aos 20 países. Deixa-me muito feliz, no meio de tantos livros, identificar apenas três que considero mais  fracos. 

 

As leituras que me deram total prazer:

Apenas Miúdos - Patti Smith

Dom Casmurro - Machado de Assis

O talentoso Mr. Ripley - Patricia Highsmith

Trinta e oito e meio - Maria Ribeiro

Jorge Amado e José Saramago, Com o mar por meio - Uma amizade entre cartas

Leite e Mel - Rupi Kaur 

 

A boa surpresa do ano:

O Vermelho e o Negro - Stendhal

 

 A releitura do ano:

O Diário de Anne Frank

 

Os menos bons:

O Ano do Sim, Shonda Rhimes - Não acrescentou nada. 

O Rei de Havana, Pedro Juan Gutierrez - não foi o que eu estava à espera. 

Muito mais que cinco minutos, Kéfera - não é bem desilusão, porque não esperava muito. Sigo-a há muito tempo no Youtube e queria conhecer o primeiro livro (autobiográfico) que escreveu. Muito fraco. 

 

Livros que comprei assim que foram publicados (não sou de comprar novidades. Estes foram aqueles a que não consegui resistir e isso quer dizer muito): 

- Leite e Mel 

- O Diário de Anne Frank em BD

- Com o mar por meio - uma amizade entre cartas

 

Dos três desafios pessoais a que me propus, nenhum teve um desfecho como deve ser. Acho que a melhor lição que tiro disto é que mais vale ir, realmente, ao sabor da maré e não fazer grandes planos (mas vou terminar estes desafios durante 2018):

- 2017 Reading Challenge: li 8/14

- 12 meses, 12 países, 12 livros: li 7/12

- Ler Harry Potter em 2017: li 3/7

 

Vieram 32 livros novos cá para casa. Comprei 25. Recebi 5 de presente. Tive 2 grátis na Feira do Livro. 

Trouxe 9 livros da biblioteca.

Li apenas 1 e-book. Não sou muito fã. 

 

O saldo deste ano é, sem dúvida, positivo. Amanhã conto-vos o que quero ler em 2018. 

18
Nov17

TAG | Clube dos Clássicos Vivos

 A tag foi criada pela Cláudia do blog A Mulher que Ama Livros e pela Carolina do blog Holly Reader. Diz respeito a livros clássicos e ao Clube dos Clássicos Vivos, que encontram no Goodreads e ao qual se podem também juntar. Somos muitos por lá, mas cabe sempre mais um!

 

  1. Há quanto tempo estás no Clube dos Clássicos Vivos?

Creio que entrei no clube no final de 2016, mas só comecei a participar no início de 2017. A primeira leitura do ano não acompanhei, porque já tinha lido o livro escolhido ("O Crime do Padre Amaro"). Foi com "Paris é uma Festa", livro de Março/Abril, que comecei a participar mais activamente. 

 

  1. O que mais gostas no Clube e o que menos gostas?

O que mais gosto é a partilha de opiniões e visões sobre as obras. Cada pessoa tem a sua teoria e cada um repara em pormenores que passam despercebidos aos outros. Toda essa troca é muito enriquecedora. Gosto MUITO dos encontros ao vivo. Não gosto que o tempo passe a correr. Não há nada que goste menos, até agora. Quando houver, certamente comunicarei às responsáveis. ahahahah 

 

 3. Tens alguma sugestão para o clube? Qual? 

Que continue por muito tempo :) Gosto da ideia da Cláudia, sobre o passaporte. Acho que além dos encontros de discussão dos livros, podíamos planear algumas visitas/passeios a locais ligados a autores/livros. 

 

  1. De todos os clássicos lidos no Clube qual foi a leitura mais surpreendente e a aquela que mais te desiludiu?

Falando apenas dos livros que li até agora no Clube, que ainda não foram muitos, posso dizer que a mais surpreendente foi “O Vermelho e o Negro”, de Stendhal. Não estava à espera de gostar tanto. Achava que ia ser uma seca e adorei.

A que mais me desiludiu, mas já tinha lido e já sabia ao que ia, foi "A Boneca de Luxo", de Truman Capote. Acho que falta ali qualquer coisa. 

 

  1. Houve algum clássico que te fez mudar a percepção de clássico? Qual?

Eu nunca tive uma perceção má dos clássicos, sempre gostei. Talvez porque tenha tido contacto desde cedo com livros deste género. Mas se tiver que escolher um dentro dos que li no Clube, será "D. Casmurro" de Machado de Assis. Quebra qualquer preconceito de tão leve, divertido e envolvente que é.

 

  1. Que clássico recomendariam a alguém para começar a ler clássicos?

Capitães da Areia, Jorge Amado (1937) / Orgulho e Preconceito, Jane Austen (1813)

 

 7. Qual foi a personagem mais interessante e a personagem mais irritante que conheceste nas leituras dos clube? 

Nas leituras do Clube foi, sem dúvida, Julien Sorel, protagonista de "O Vermelho e o Negro". Marcou-me muito. Indico-o para os dois lados, porque tanto me irritava como o achava super interessante. 

 

  1. Indica dois Clássicos que gostavas de ver no Clube.

Como referi no último encontro, gostava de ver Ficção Científica, títulos como "20.000 léguas submarinas" ou "A Guerra dos Mundos". Gostava também de ver aqueles clássicos que imaginamos quase "a preto e branco" como "Germinal" de Émile Zola ou  "A Mulher de 30 anos" de Balzac. E até, quem sabe, um Ulisses, de James Joyce. (Foram mais que dois, mas vocês percebem).

 

  1. Indica dois dos teus Clássicos preferidos de sempre.

Desculpem se isto vos vai parecer cliché, mas tenho que responder com a verdade.

Hoje em dia é quase regra ler Jane Austen. No mundo dos blogs e canais literários fala-se nela só para não se ficar de fora (é aquela cultura de serem todos iguais e a ler o mesmo, da qual eu tento fugir), gente que lê só para não dizer que não leu. Mas a minha história com Jane Austen já é antiga. Conheci-a numa altura em que ninguém lia Jane Austen (ninguém da minha idade e dos meus relacionamentos, entenda-se). Li Orgulho e Preconceito quando tinha uns 13 anos e amei. Foi um presente da minha mãe que me aconselhava a ler Jane Austen, precisamente para me fazer conhecer os clássicos ingleses e me abrir horizontes. Orgulho e Preconceito foi o livro da viragem, para mim, foi com ele que comecei a ler livros mais adultos. Por isso tem um cantinho muito especial no meu coração.

Outro que amo de paixão é “Os Maias”, porque foi o livro que me fez perceber que gostava a sério de clássicos, que conseguia lê-los, compreendê-los e divertir-me com eles. Eça de Queirós era um monstro de sete cabeças para a maioria dos miúdos na escola, pela linguagem mais clássica, mas eu adorei. Tenho um carinho imenso por este livro.

 

  1. Onde gostavas que houvesse um encontro?

Em locais ligados a Literatura, sejam cafés, museus, bibliotecas, jardins…qualquer sítio que nos enriqueça a nível cultural e literário. Este país tem tanta coisa boa. Gostava de conhecer mais livrarias bonitas com o Clube. 

 

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P.S. - Entretanto, há alguns livros que já foram lidos anteriormente no Clube e que quero, sem falta, ler em 2018:

Lolita, O Monte dos Vendavais, O retrato de Dorian Gray, Madame Bovary.

 

16
Nov17

Jorge Amado, Saramago, Pilar e vinho tinto. Como foi a apresentação do livro?

Aconteceu ontem, às 18h30, na Fundação José Saramago, em Lisboa, a apresentação do livro "Com o mar por meio - Uma amizade entre cartas", do qual falei aqui. Combinei com algumas meninas dos livros (#vivaoclube) e lá fomos, ansiosas para conhecer esta obra que já tinha sido publicada no Brasil, em Julho. 

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O evento era no quarto andar. Decidimos ir pelas escadas e excusado será dizer que paramos em todos os pisos. Nunca tinha ido à Fundação (shame on me...eu sei) e achei lindo as paredes forradas de edições antigas e recentes dos livros de Saramago, edições de vários países, cadernos pessoais, fotografias, objetos que pertenceram ao escritor e que instigam a imaginação de qualquer fã. ("Era nesta máquina que ele escrevia" ... "Por onde terá este caderno viajado?"). Entre exclamações de admiração, partilha de curiosidades e vistoria pela loja, como já era de esperar, chegámos alguns minutos atrasadas à sala do evento, já sem cadeiras disponíveis para as cinco. E como todos os malandros têm sorte, indicaram-nos um banco mesmo à frente, onde nos sentámos e podemos assistir à apresentação em primeira fila.

 

Um representante da Fundação e uma das responsáveis da Companhia das Letras Portugal abriram as hostilidades. O livro chega a Portugal precisamente na data de aniversário de Saramago, faz hoje (16 Novembro) 95 anos do seu nascimento. Estava presente Pilar del Rio, companheira de tantos anos de Saramago e presidente da Fundação. Confessou que os livros sairam ontem mesmo da gráfica e que, devido a um problema, por pouco não chegavam a tempo do evento. Felizmente chegaram e eu trouxe o meu exemplar para casa. 18€ redondos. Tnha conseguido com desconto se comprasse online, mas a verdade é que comprando ali podia ser assinado por Pilar. Hesitámos em pedir-lhe que assinasse, questionámo-nos se seria de bom tom, mas visto que ela foi parte fundamental no trabalho de recolha e organização do livro, tal como Paloma, filha de Jorge Amado, achámos que não teria mal. Pusemos a vergonha de lado e fomos falar com ela, à espera de um sorriso amarelo e uma simpatia forçada. Mais uma vez, a vida a mostrar-me que as aparências iludem, desta vez para o bem. Pilar foi super simpática, acessível, com bom humor. Assinou os livros, com dedicatória, fazendo referência ao aniversário de Saramago, na página em que é publicada uma fotografia sua com Paloma. Quantos mais livros houvesse, mais assinava. Depois, tirámos fotografias, sempre de sorriso na cara, como podem ver, e ainda fizemos um brinde. A organização ofereceu um copo de vinho tinto a quem estava presente, Pilar distribui os copos por nós, que estávamos ao seu lado no momento, e brindámos juntas. Ao livro, a Saramago e à Amizade. Ela mandou um "Salud" em espanhol e eu agradeci-lhe, em bom português, "Obrigado por ter feito este livro incrível". Ela sorriu, certamente orgulhosa por dar mais este miminho "Saramaguiano" aos fãs e poder dar a conhecer mais de José, o homem, que ficava tantas vezes soterrado debaixo do apelido como escritor.

 

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Da esquerda para a direita: Jéssica (Companhia Literária), Pilar del Rio, Sandra (say hello to my books),

Cristina (Books and Beers), Carolina (Holly Reader) e Sónia (Livraria Imperfeita). 

 

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Foi feita uma leitura de excertos das cartas por Marcello Urgeghe (a ler Saramago) e Mariano Marovatto (a ler Amado), também com interpretação de algumas músicas brasileiras e portuguesas por parte deste último. Foram momentos bonitos, tocantes e que nos fizeram realmente sentir a união destes dois países irmãos. No final, os dois abraçaram-se, como Amado e Saramago certamente teriam feito. Foram, também, abraçados por Pilar e acredito que todas as cerca de cinquenta pessoas que estavam naquela sala se comoveram. Fico feliz por ter estado presente. Este evento sim, acrescentou muito. E, quando terminou, ainda muita conversa saiu dali. Juntem cinco mulheres interessantes, com gosto pela Literatura e tanto mais, e ninguém as cala. (novamente #vivaoclube)

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À noite comecei a ler o livro. Não dava para esperar. Posso, desde já, dizer que me comove muito a admiração que tinham um pelo outro. A preocupação e respeito mútuos. Amado era dez anos mais velho que Saramago e começou a ter alguns problemas de saúde, que acompanhamos e percebemos aí, nas trocas de palavras de apoio, a amizade bonita que partilhavam. Noutras partes, sorrimos com o sentido de humor dos dois em relação a temas como o prémio Nobel ou qualquer acontecimento mais comum do quotidiano. Com o mar pelo meio, esticavam os braços para longos abraços traduzidos em palavras nestas cartas. 

 

Uma curiosidade gira é que tanto um como o outro assinam todas as cartas não só por eles, mas também pelas respectivas mulheres. Os votos, abraços e beijinhos são sempre feitos de casal para casal. Não acham bonito? Num mundo de egocentrismos, viver e socializar a dois é realmente um desafio. 

 

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Vejam também o vídeo da Cristina sobre a apresentação. 

 

08
Nov17

Uma grande novidade chega finalmente a Portugal!

Há uns meses soube da publicação de um livro chamado "Com o Mar por Meio". Para quem ainda não ouviu falar, prepare-se: é, nada mais nada menos, uma obra que reúne a correspondência trocada entre Saramago e Jorge Amado, durante os vários anos, já numa idade avançada, em que se tornaram bons amigos. Conheceram-se em 1990, em Roma, quando foram jurados do prêmio União Latina. Saramago tinha 68 anos e Jorge Amado, 78. Uma amizade tardia, mas com laços fortes, que resultou numa troca de ideias regular entre ambos, de 1992 a 1998, que só imagino ser do melhor que há. Além de cartas, este livro publica também "bilhetes, cartões e faxes, além de fotos do acervo pessoal dos autores". Um rebuçado gigante para quem gosta dos dois. Acho Saramago genial e tenho um carinho gigante por Jorge Amado, que tem um dos capítulos mais bonitos que li até hoje, chamado "As luzes do Carrossel", em "Capitães da Areia".

 

Paloma Jorge Amado, filha do escritor brasileiro, e Pilar del Río, mulher do autor português, são as responsáveis por detrás da iniciativa. A reunião da correspondência foi lançada em Julho, pela Companhia das Letras, no Brasil. O evento decorreu na Casa José Saramago, em Paraty, onde estava a decorrer a FLIP (feira internacional de literatura). 

 

Desde que li sobre isto, fiquei em pulgas e cheia de vontade de meter as mãos neste livro na hora. Mas depois de um tempo percebi que tinha sido editado apenas no Brasil. No sábado passado este assunto foi comentado no Clube dos Clássicos Vivos. Então o livro foi lançado há quatro meses no Brasil e em Portugal, país de Saramago, nada? Nem de propósito, esta semana saiu a notícia do seu lançamento neste cantinho à beira-mar plantado. 

 

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É no próximo dia 15 de Novembro, quarta-feira, às 18h30 na Fundação José Saramago, em Lisboa. Vou tentar ir!

Podem ver o evento no Facebook aqui

Dois artigos sobre o lançamento desta obra que vale a pena ler, em O Benetido e no Diário de Notícias

 

06
Nov17

TAG | Fim do Ano 2017 - o que falta?

Esta tag não é mais que um ponto de situação neste quase final de ano, que foca alguns dos desejos literários ainda por cumprir.  Foi a Ariel Bissett que criou a tag e já vi a Claúdia e a Sónia a responder. 

 

1) Um livro que começaste este ano e que precisas terminar?

Não falo de um só livro, falo da série Harry Potter que comecei a ler este ano e quero terminar. Estou no quarto livro. Faltam três. 

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2) Tens algum livro outonal para fazer a transição para o final do ano?

Normalmente, gosto de ligar livros a estações, apesar de este ano não ter nenhum específico para o Outono. Mas quero ler A Menina que Roubava Livros, que tem uma história que ligo a dias frios, chuvosos, debaixo da manta e com chá.

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3) Existe uma nova edição / lançamento que ainda estás à espera?

Não estou à espera de nada em particular, mas há um lançamento interessante agora em Novembro (fiquei de olho). A Antígona vai lançar o livro de Eduardo Galeano, Mulheres, "um conjunto de relatos inspiradores sobre a resistência feminina, desde Joana d’Arc a Frida Kahlo, passando por Eva Perón". Já quero! Não conheço ainda a capa. 


4) Quais os três livros que queres muito ler antes do fim do ano?

Até final do ano vou certamente ler estes três: 

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5) Existe algum livro que ainda pode surpreender e vir a ser um favorito do ano?

Talvez "A Cor do Hibisco", da Chimamanda. 


6) Já começaste a fazer planos de leitura para 2018?

Alguns. Vou manter-me fiel à filosofia que abracei este ano de não entrar na loucura de participar em mil desafios literários que existem por aí. Não dá para tudo e isso cria uma pressão de leitura gigante. Por isso, vou tendo os meus objetivos, sem grandes limites e prazos. Ainda não delineei nada em concreto, mas no geral quero:

- abraçar o Março Feminino outra vez, ler só mulheres em Março.

- continuar a ler livros de vários países do Mundo.

- ler mais Agatha Christie, quem sabe um por mês. 

- ler mais Ficção Científica e Biografias.