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SAY HELLO TO MY BOOKS

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Maratona Literária 12 horas

Ontem, domingo, decidi fazer uma maratona literária de 12 horas. Já vi várias pessoas de canais do booktube a fazer, principalmente maratonas 24 horas, mas acho que isso é demais e a questão de não dormir não me anima. Desde que vi a Tatiana Feltrin a dividir o tempo e fazer uma maratona de 24h dividida em dois dias, pensei que tinha que experimentar. Mas como não podia dedicar o fim de semana inteiro à leitura, decidi fazer só domingo para me testar a mim própria. 

 

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Então, estava tudo a postos, das 8h às 20h era só ler. Acordei cedo, coisa que raramente acontece aos domingos, mas como decidi que este era um fim de semana mais calmo (depois dos festejos da semana passada) foi tranquilo. Separei previamente os livros que iria ler durante o dia: O Ano do Sim, Nos Bastidores de Hollywood e Histórias do Fim da Rua. Um de ficção e dois não ficção. Dois autores portugueses e uma norte-americana. A ideia era ter metas a cada duas horas. "Durante duas horas vou ler este livro e tentar chegar a tal página". Assim  acordei, tomei o pequeno-almoço e às 8h e pouco comecei a ler, ali mesmo na cozinha enquanto bebia o meu café com leite e comia uma torrada. Comecei com a Shonda, que li até às 10h, hora em que peguei no Mário Augusto, já deitadinha na minha cama. Tenho que confessar que foi daqueles dias em que a cama foi rainha. Ronha máxima. Não estava sol, o dia nublado, não me apeteceu sequer ir ler para o jardim nem para perto do mar. E que bem que me soube. Entre banho e almoço pelo meio, fui lendo curiosidades sobre Hollywood até às 14h. A essa hora peguei nas histórias que o Mário Zambujal nos conta com tanta mestria. Onde nos revemos, ou a alguém que conhecemos, no meio dos seus personagens loucos e divertidíssimos. Sabem quando ficam felizes porque um autor tem uma obra extensa que ainda vão poder ler durante muito tempo? Sinto isso com ele. Acho que ali por volta das 16h30 adormeci um bocadinho - tenho que ser sincera. Já perto das 18h voltei a pegar na Shonda, mas já estava cansada, com os olhos quadrados de tantas páginas viradas - e já vos disse que tenho que ir ao oftalmologista? A minha vista está cada vez pior a ler. Por isso pousei a Shonda e acabei por ver um episódio de uma série na última hora de maratona. Às 20h terminou.

 

Confesso que no início do dia foi mais fácil estar mais concentrada. Ao final do dia já tudo  me distraía. Não desliguei o telemóvel e sempre que entrava uma mensagem, um telefonema eu parava. Fiz pausas também para ver as notícias do dia, para lanchar, para apanhar ar, para ver o que se passava nas redes sociais. E acho que sem pausas não dá. O cérebro precisa de uns descansozinhos. 

 

Valeu a pena? Posso dizer que sim, por ter sido um dia dedicado à leitura, como há muito não tinha. Tive tempo. Para mim e para ler. E isso às vezes é um luxo. E melhor, não estava comprometida com ninguém. Quis fazer esta experiência por mim, corresse bem ou mal, só dependia de mim. Mas não acho que vá repetir tão cedo uma maratona intensa destas. Porque chegamos a um ponto que parece que temos de ler porque estabelecessemos aquele objetivo e a finalidade da leitura não é essa. Mas não me deixei stressar com isso, tanto que, como vos disse, vi uma série pelo meio e até tirei uma sestinha. Acho que ter leituras diversificadas ajuda a cansar menos. Ir mudando de local de leitura também.

 

Mais uma vez verifico que sou uma leitora lenta. Leio devagar, saboreio as palavras, as frases, interiorizo as ideias que o autor quer transmitir. Quantas e quantas vezes releio parágrafos para tirar todo o sentido que ali está. Volto atrás, páro para pensar numa frase, continuo. Não sou uma leitora voraz. Já o sabia. Ainda assim, considero que consegui ler bastante, dada a minha média de leitura diária (que às vezes nem diária é). Li 101 páginas de O Ano do Sim. Li 109 páginas de Nos Bastidores de Hollywood. Li 111 páginas de Histórias do Fim da Rua. No total foram 321 páginas.  Para alguns pode ser pouco, para outros muito. Eu fiquei feliz, tendo em conta as minhas características pessoais como leitora. 

 

Por fim, posso dizer que é bem giro ir partilhando no Instagram e ter interacção de várias pessoas que também já leram aqueles livros, que dão opiniões, que dizem que também querem experimentar fazer uma maratona destas ou apenas que falam comigo naquelas horas porque sim. Obrigado. 

 

Compras na Feira do Livro 2017 II

A Feira do Livro de Lisboa acabou. O balanço de compras é muito positivo - para a minha estante, porque para a minha carteira pende para o outro lado. Já vos mostrei as primeiras compras feitas na Feira deste ano, em várias editoras, hoje mostro as restantes, todas do Grupo Bertrand/Porto Editora.

 

Três livros do dia com 50% de desconto (O tempo entre costuras, Apenas Miúdos e Dentro do Segredo), um livrinho muito barato encontrado nos cestos de promoções (Cartas de Amor de Grandes Mulheres), outro que saiu muito barato também por entrar na promoção de 5€ de desconto em compras de 30€ (Provavelmente Alegria) e dois livros GRÁTIS (Joyland e A Contadora de Histórias), por ter pago com MB Way, que em compras de 25€ nos dava a possibilidade de trazer um livro de etiqueta laranja à escolha (a minha mãe comprou um de 25€, eu aproveitei-me da situação). Acho que não podia pedir melhor. 

 

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O tempo entre costuras (María Dueñas) - Já ouvi falar bem e mal deste livro. A sinopse interessou-me, ainda para mais quando mete Lisboa ao barulho. É um calhamacinho, mas a ver se damos cabo dele este verão. 

 

Apenas Miúdos (Patti Smith) - É daqueles livros que quero ler praticamente desde que foi publicado. Apanhei-o a 50% e não resisti a trazê-lo comigo. 

 

Dentro do Segredo (José Luis Peixoto) - Outro que quero ler desde que saiu. É sobre a viagem que o escritor fez à Coreia do Norte, que é daqueles países que me desperta uma curiosidade enorme por ser tão fechado, tão rígido, tão desumano até. Conseguir entrar um bocadinho naquelas barreiras impostas ao resto do mundo, pelos olhos e palavras de um português que lá esteve é maravilhoso. Além de que é um tema que está na ordem do dia depois de ter sido anunciada a morte do estudante norte-americano que foi preso lá, voltou a semana passada em coma para os EUA e faleceu ontem. 

 

Provavelmente Alegria (José Saramago) - Saramago também escrevia poesia. Saramago dava títulos lindos aos livros de poesia. Saramago veio comigo por 3,60€. E não vejo a hora de lhe pegar. 

 

Cartas de Amor de Grandes Mulheres (Ursula Doyle) - Adoro cartas. Tenho muita pena de viver num mundo conduzido por emails e mensagens de texto. Confesso a minha veia indiscreta, talvez um pouco bisbilhoteira até, que quando viu este livro a 3,50€ teve que o trazer. De Catarina de Aragão a Ana Bolena, passando pela Rainha Vitória, Florbela Espanca, Ofélia Queiroz e mais umas quantas. Adoro. 

 

A Contadora de Histórias (Jodi Picoult) - Nunca li nada da autora, mas falam tão bem dela e tão bem deste livro que quando percebi que o conseguia trazer a custo zero, nem pensei duas vezes. 

 

Joyland (Stephen King) - O título, a capa, a vontade mórbida de ler coisas de terror a ver se tem alguma influência em mim (os filmes têm...muita!). Outro livro que, podendo trazer gratuitamente, não podia lá ficar. 

 

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Agora é ir dando cabo desta pilha aos poucos. Com sorte, vai tudo até à Feira do próximo ano, entre os outros que continuam em fila de espera na estante cá em casa. 

Ao todo foram 14 livros. 12 comprados e 2 grátis.

8 Editoras: Relógio D'Água, Tinta-da-China, Bertrand, Porto Editora, Quetzal, Dom Quixote, Editorial Presença e Asa. 

Caso tivesse comprado todos em livraria, a preço de catálogo, tinha gasto 212,40€. Gastei 90,95€. O que dá uma média de 6,5€ por livro. E tendo em conta que não pretendo comprar livros nos próximos meses, quiçá mesmo até final do ano, acho que foi um dinheiro bem gasto. Ora, se dividirmos os 90€ por 6 (meses), dá 15€. Seria o mesmo que comprar um livro por mês até Dezembro (e na verdade, por este dinheiro, trouxe mais que o dobro). 

 

Compras na Feira do Livro 2017

As primeiras compras na Feira do Livro deste ano foram sete e ainda estou de olho em mais dois ou três. Não sei se os trago para casa ou não. Ainda há mais de uma semana de Feira para decidir. Gasta-se dinheiro, sim. Mas a verdade é que compensa muito quando sabemos aproveitar as promoções que a Feira nos dá, quando fazemos boas escolhas e compras com cabeça. Sobretudo para quem não anda sempre em livrarias (físicas ou online) a gastar dinheiro, podemo-nos dar ao luxo de gastar um bocadinho mais na Feira, principalmente se só comprarmos livros que tenham 50% de desconto. Além de que, como já li em vários sítios, os livros comprados na Feira do Livro têm outro sabor. Parece que são mais especiais. Isto parece uma coisa tonta, mas de certeza que  alguns de vocês também já o sentiram. Foram cinco livros em Hora H, um que era Livro do Dia e outro num alfarrabista. 

 

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Pela Estrada Fora (Jack Kerouac) - Era um dos que queria comprar este ano na Feira. Toda a gente diz maravilhas. Acho que vou amar. 

 

A cor do Hibisco (Chimamanda Ngozi Adichie) - É uma das autoras que quero começar a ler. Nada melhor que pegar no romance de estreia. 

 

A minha pequena livraria (Wendy Welsh) - Livro de 2012 a cinco euros num alfarrabista. Não consegui deixá-lo lá ficar. Uma história verídica sobre um casal que abre uma livraria numa cidade do interior dos EUA. Uma história sobre o papel transformador dos livros. 

 

Travessia de Verão (Truman Capote) - Romance póstumo de Capote. É daqueles autores que quero ler a obra toda. 

 

Caviar é uma ova (Gregório Duvivier) - É um livro de crónicas. Sou fã deste homem deste que comecei a seguir A Porta dos Fundos, há uns anos. Fui vê-los ao vivo no São Jorge e estou sempre a par dos projectos deles. O livro tinha que vir. 

 

Trinta e Oito e Meio (Maria Ribeiro) - Outro livro de crónicas. A Maria é actriz, apresentadora, cronista e escreve tão, tão bem. 

 

O Tigre Branco (Aravind Adiga) - Escritor indiano que ganhou o Man Booker Prize com este livro, em 2008. Mais um livro para o meu projeto Volta ao Mundo em Literatura.

 

De barriga cheia com estas compras. Preciso arranjar espaço na estante. Vou lê-los todos até à próxima Feira do Livro. É a minha regra. 

TAG | Feira do Livro

Fui nomeada pela querida Cláudia, A Mulher que Ama Livros, para responder a esta tag (que só o nome já nos deixa aos pulinhos). A Feira do Livro já está a todo o vapor e, portanto, vamos lá responder às categorias que ligam a Feira a indicações de livros. 

 

LISBOA - Indica um livro que se passe em Lisboa

O Fim da Inocência, Francisco Salgueiro 

Passa-se em Lisboa e na linha de Cascais, com muitos sítios que também frequentei na minha adolescência e outros que ainda hoje frequento. A história - verídica - passa-se numa altura em que eu tinha a mesma idade da miúda sobre o qual o livro foi escrito e isso mexeu muito comigo, por ter a mesma idade, as mesmas rotinas, as mesmas paragens... Mas, felizmente, a minha realidade foi muito diferente da dela. 

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SOL - Indica um livro para ler no Verão

Capitães da Areia, Jorge Amado 

Li-o no verão passado, entre mergulhos no mar e fins de tarde na piscina. Passa-se na Bahia, também com o mar como cenário de fundo. É lindo e muito tocante. Vale a pena saboreá-lo enquanto temos todo o tempo do mundo, durante as férias de verão. 

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FARTURAS - Indica um livro doce

Charlie e a Fábrica de Chocolate, Roald Dahl 

(ADORO FARTURAS!) Ainda não li, mas está na prateleira à minha espera e só o título já me faz crescer àgua na boca... É um livro juvenil, que dizem ser muito fofinho (assim se espera). 

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EVENTOS - Qual o autor que devia ir à Feira do Livro?

Tenho que dizer o George R. R. Martin. Não só para me autografar os livros d'A Guerra dos Tronos, mas para lhe agradecer ter criado este mundo e estas personagens, com quem já passei tantas (e boas) horas. E, já agora, para saber quando acaba de escrever a série. 

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EDITORA - Elege as tuas três editoras preferidas

Relógio D'Água (posso ter todo o catálogo em casa?)

Quetzal (títulos e autores de qualidade)

Alfaguara (idem idem aspas aspas)

 

HORA H - Indica um livro muito bom com mais de 18 meses

Até indico dois: um mais recente "As Serviçais" e um mais antigo "Mataram a Cotovia". Adoro os dois. 

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AUTORES- Já pediste autógrafos? Mostra!

Não tenho o hábito de pedir autógrafos, nem de ficar em filas à espera... Pode ser que este ano ainda ceda por algum autor querido que vá à Feira...


LIVROS - Mostra dois livros que compraste nos meses anteriores e ainda não leste

O único livro da lista de livros que comprei o ano passado na Feira e ainda não li: À espera no Centeio, J.D. Salinger. 

O último livro que comprei (online) antes da Feira deste ano: Hollywood, Charles Bukowski (em pulgas para voltar a ler este homem).

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LISTA DE DESEJOS - Revela dois livros que pretendes comprar este ano

Um deles já cá canta (aproveitei ser livro do dia): Pela Estrada Fora, Jack Kerouak.

E quero trazer "A Cor do Hibisco", da Chimamanda. 

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Não vou nomear ninguém porque já vi tooodas as meninas a responder à tag. Boa Feira a todos os que vão. A quem não consegue ir, deixem lá...a vossa carteira agradece! 

A minha relação com a Feira do Livro e porque é que este ano vai ser diferente

 

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A Feira do Livro de Lisboa é dos meus eventos preferidos do ano (a par com os Santos Populares e o meu aniversário, que calham todos em Junho, vejam a sorte). Gosto da FLL não só para comprar, mas para passear, para estar, para respirar e relaxar. A Feira relaxa-me. Mesmo nos dias das enchentes de pessoas, do calor extremo, do cansaço, dos pés a doer... . Adoro ir andando, devagarinho, ver as bancas com calma, pegar num livro, ler a sinopse, folheá-lo, pousá-lo e pegar no do lado. E assim ir subindo e descendo o Parque Eduardo VII. Com tempo. Não me apressem. 

 

Isto faz com que se tenha que escolher muito bem as pessoas que nos acompanham à Feira. São pessoas que também gostam de ler? Então vão estar no mesmo ritmo que nós. Se forem amigos que levamos só para não irmos sozinhos...esqueçam. Eles vão querer ver tudo a correr, despachar rápido as bancas dos livros para se irem sentar na esplanada a beber uma imperial. Por isso, às vezes mais vale ir sozinho. Vou muitas vezes sozinha. No meu próprio ritmo, sem ninguém a acelerar, a chamar, a tirar-me daquela hipnose boa que a Feira nos dá. 

 

Antes da Feira consulto sempre o site para ver os livros do dia, em cada dia. Faço uma lista dos livros que quero mesmo comprar (ajuda a não cair em tentações impulsivas). E é com essa lista que vou coordenando as minhas idas à Feira. Costumo ir sempre vários dias. No primeiro, vou com amigos, faço um reconhecimento do espaço, vejo onde está cada editora, ponho-me a par das novidades, sinto o ambiente. Depois vou mais um ou dois dias especificos para fazer compras, especialmente na Hora H, que é o que realmente compensa em termos de poupança. Compro sempre os livros que quero na Hora H (das 22h às 23h, durante a semana). O ano passado comprei 5, todos com 50% de desconto. Compensou. E já os li todos (exepto um, vá). Compro apenas livros que quero mesmo ler durante os próximos meses. No ano anterior comprei 12 e, pensando bem, é um exagero. 

 

Desde pequena que me lembro de ir à Feira do Livro com os meus pais. Nos últimos anos tenho ido ainda com mais vontade, mais paixão, mais carinho por aquele espaço. E este ano vai ser diferente. Pela primeira vez vou estar lá a trabalhar, como colaboradora numa das editoras. Tenho bastante flexibilidade a nível de trabalho porque sou freelancer e pensei "porque não?". Não sei se para o ano poderei fazer o mesmo, ou nos anos seguintes. É já este! Eu adoro a Feira e, assim, junta-se o útil ao agradável. Passo vários dias lá a trabalhar como colaboradora no meio dos livros, ao ar livre e ainda ganho uns trocos. Perfeito. E assim será. Vai ser uma experiência incrível, de certeza. 

 

A Feira do Livro começa já na quinta-feira. Vai estar sol. O Parque vai encher-se de pessoas que gostam de ler. Estamos rodeados de pessoas dos livros por todo o lado e isso é tão bom. A procura pelos livros físicos não está a morrer. Está mais viva que nunca. E nós vamos lá beber um bocadinho dessa vida. 

 

Ah! E dia 4 de junho (domingo) há encontro do Clube dos Clássicos Vivos lá. Cereja no topo do bolo. E vocês, vão? Contem-me. Pode ser que nos encontremos por lá.