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SAY HELLO TO MY BOOKS

SAY HELLO TO MY BOOKS

16
Jan18

Toda a gente leu, menos eu

Andava eu aqui a pensar naqueles livros que tenho na estante há algum tempo - e não quero que passem de 2018 sem serem lidos - quando reparei que alguns são aqueles que tooooda a gente já leu, menos eu. Alguns são clássicos que até tenho vergonha de dizer que ainda não li, outros são aqueles cheios de hype, muito falados e muito publicitados. E eu fujo de novidades, não só pelo preço de fazer corar qualquer pessoa de bem, mas porque quando está tudo a falar do mesmo, o livro cansa-me antes mesmo de lhe pegar. Tal e qual aquelas músicas que cantamos alto no carro, mas quando começam a passar 562 vezes por dia na rádio, mudamos de estação assim que ouvimos os primeiros acordes. 

 

Fui adiando essas leituras, apesar de saber que têm o seu valor e que, provavelmente, vou gostar muito. Mas chegou o dia ano. De 2018 não passam, nem que a vaca tussa (adorava saber como é que estas expressões pegam). São eles: 

 

A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak

Misery, Stephen King

O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde

Madame Bovary, Gustave Flaubert 

 

Se por acaso ainda não leram algum destes tenham a caridade de me dizer, para não me sentir tão E.T., 'tá bom? E digam-me quais são os vossos títulos que encaixam em #todoslerammenoseu

14
Jan18

Encontro Clube dos Clássicos Vivos | Janeiro 2018

Mais uma voltinha, mais um encontro do Clube de Clássicos Vivos. O primeiro de 2018. A discussão era sobre "A Ilustre Casa de Ramires", de Eça de Queiroz, leitura escolhida para Novembro e Dezembro. Alguns membros do grupo vivem em Leiria e sugeriram que o encontro fosse lá para fazer a discussão do livro. Eça viveu ali algum tempo e há pela cidade várias referências ao autor. Organizámos boleias (não há desculpa para não ir) de quem ia de Lisboa e fizemo-nos à estrada! O ponto de encontro era o Espaço Eça, uma espécie de coffee and wine bar (ficámos pelo coffee, pelo chá...e a Cristina pela cerveja)! Um espaço muito giro, com uma decoração queirosiana ao pormenor, estantes cheias de edições de livros dele, frases nas paredes, bonecos, imagens, enfim. Só faltava o próprio ali, em carne e osso, sentadinho a conversar connosco

 

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A discussão durou quase 1h30. Se têm curiosidade para saber como foi podem ver a LIVE que a Cristina, do canal Books&Beers, fez. Houve quem gostasse muito do livro (eu! - e mais umas meninas) e quem não gostasse nada. Não é a minha obra preferida do Eça, mas nunca achei o livro maçador. Diverti-me com o Gonçalo Ramires e todas as personagens que faziam parte do seu círculo. Apesar de achar o enredo talvez simples demais, a narrativa é maravilhosa. 

 

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Depois da discussão sobre a obra, fomos conhecer a fachada da casa onde Eça viveu, quando se mudou para Leiria, em 1870, para assumir o cargo de Administrador do Concelho. Ali escreveu praticamente toda a sua colaboração com Ramalho Ortigão em "O Mistério da Estrada de Sintra" e, provavelmente, os primeiros esboços de "O Crime do Padre Amaro", que tem muitas cenas passadas na cidade. Mas achei que a casa estava completamente ao abandono. Percebi, depois, que por dentro está em ruínas. Que pena. Claramente, não houve preocupação alguma para preservar o local ao longo do último século, para fazer dele um ponto de visita para quem é fã do escritor. Um dos nossos grandes. 

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Fomos almoçar. Conversa, conversa, conversa. Tivemos sorte, não estava a chover e pudemos andar a passear à vontade. Havia uma feira de rua com várias bancas de livros usados, muito baratos e muito chamativos. Estou orgulhosa, ninguém cedeu à tentação! Fomos conhecer, também, a livraria Arquivo, que fica no centro. Houve onversa para dar e vender, sobre livros e sobre o mundo em geral. Às 17h despedimo-nos, com a promessa de vários programas culturais em Lisboa e a certeza que daquia dois meses estaremos sentadas numa mesa, algures por esse Portugal, a discutir mais um clássico muito vivo

Podem ver também o vídeo da Cláudia, que registou alguns momentos do nosso dia, fez perguntas a várias meninas (aqui a miúda incluída), e dá para sentir um bocadinho do ambiente vivido! 

 

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06
Jan18

Volta ao Mundo em Literatura: 12 meses, 12 países, 12 livros | Conclusão

Este foi um desafio que criei para mim mesma, no início de 2017, como forma de me incentivar a ler autores de países que não lia tanto. Reparei que as minhas leituras, na maioria, recaíam sobre Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Brasil (o que não quer dizer que só lesses autores destas nacionalidades). Então decidi escolher 12 países, de continentes diferentes, e pré-defini um autor para cada um. Mantive a maior parte das escolhas, outras fui mudando durante o ano. É importante referir que escolhi apenas autores que nunca tinha lido. A verde estão os que li. 

 

Alemanha: Thomas Mann - Morte em Veneza

Angola: Pepetela      

Austrália: Markus Zusak    

Canadá: Margaret Atwood  

Chile: Isabel Allende - O Reino do Dragão de Ouro

Coreia do Sul: Han Kang - A Vegetariana

Cuba: Pedro Juan Gutiérrez - O Rei de Havana 

FrançaStendhal - O Vermelho e o Negro 

Índia: Aravind Adiga

ItáliaPrimo Levi - Se isto é um homem 

Nigéria: Chimamanda Ngozi Adichie      

Rússia: Fiódor Dostoiévski - O Jogador 

 

Os autores mudados foram:

França - inicialmente tinha escolhido Gustave Flaubert.

Canadá - inicialmente tinha escolhido Alice Munro.

 

Os países mudados foram:

Cuba - tinha definido ler algum autor do Perú para a América do Sul, mas li do Chile, mudei para Cuba e, assim, acrescentei América Central à lista.

Coreia do Sul - tinha escolhido Japão, mas surgiu a Han Kang que se tornou prioridade.

 

Conclusão:

Li 7 em 12. Não está mau, mas gostava de ter concluído o desafio. Confesso que fui dando prioridade a outras leituras. Mas há aqui autores que quero muito ler, por isso o desafio vai continuar em 2018. É um dos meus objetivos: ler os cinco que faltam. Nessa altura, farei o balanço de qual gostei mais, qual gostei menos, que culturas me encantaram mais, que autores quero continuar a ler e quais me deixaram de cabelos em pé. 

05
Jan18

O Say hello to my books em 2017

2017 foi um excelente ano para o blog (ainda que eu seja um bocadinho desnaturada e tenha alguns posts em atraso). Foi um ano em que me dediquei, partilhei opiniões, eventos, novidades, pensamentos literários e não só. Comecei-o em 2015, a meio gás, e só a partir do segundo semestre de 2016 é que comecei a levá-lo mais a sério, tanto aqui como nas redes sociais. Em 2017 ele já estava enraizado, mas comecei a senti-lo mesmo como uma parte de mim. De quem eu sou.  

 

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2017 foi o ano em que criei o Março Feminino. Foi o ano em que conheci muita gente destas andanças e criei ligação com várias. Foi o ano em que entrei num Clube de Leitura. Foi o ano em que voltei à Biblioteca. Foi o ano em que trabalhei na Feira do Livro. Foi o ano em que chorei pela primeira vez com um final. Foi o ano em que pedi o primeiro autógrafo (à Pilar del Rio). 

 

Em 2017 mais que dupliquei o número de subscritores aqui no Sapo Blogs. Não que o número seja o mais importante, mas sentir que o que escrevo chega a mais gente e que há tantas pessoas com interesse em ler o que tenho para dizer, é muito bom. Obrigada a quem chegou nos últimos tempos e a quem cá está quase desde o início. Tive vários posts destacados no Sapo Blogs. Tripliquei o número de visualizações. Curiosamente é do Porto que chega mais gente, logo a seguir Lisboa (muito pertinho) e depois Sintra, Setúbal e Vila Nova de Gaia, para meu espanto. Se forem de uma destas cidades acusem-se nos comentários! Quanto aos países, e excluindo Portugal, os cinco que mais lêem o blog são: Brasil, França, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido. Interessante. É engraçado perceber também que, mesmo hoje em dia, a grande a maioria das pessoa chega ao blog através do computador. E não é preciso dizer que 90% são mulheres (onde andam os homens leitores?)!

 

Instagram do blog também cresceu muito em 2017. É a minha rede social preferida, por isso fico feliz. Permite uma interacção quase instantânea com quem gosta das mesmas coisas e é uma ferramenta óptima para conhecer novos livros, autores, saber se um livro é bom e conhecer a cara das pessoas que estão por trás de outros blogs. 

 

E agora vamos a alguns dos posts que marcaram este ano: 

 

Os 5 posts mais lidos de 2017:

7 Mulheres incríveis na literatura que quero ler

A minha relação com a Feira do Livro e porque é que este ano vai ser diferente

Feira do Livro de Belém

Março Feminino | Vamos ler e ver apenas mulheres?

Jorge Amado, Saramago, Pilar e vinho tinto. Como foi a apresentação do livro?

 

Outros posts importantes este ano: 

O Diário de Anne Frank

7 Mulheres incríveis que já li

O que foi lido no Março Feminino?

Como foi trabalhar na Feira do Livro?

O primeiro livro que me fez chorar e porquê

 

Algumas reflexões mais pessoais:

VIDA | Um dia inspirador

VIDA | Amizade

VIDA | E esse Natal?

 

TAG's feitas em 2017:

Feira do Livro

Livros não lidos

Fim do Ano 2017

Clube dos Clássicos Vivos

 

04
Jan18

Objectivos literários para 2018

Não vou fazer grandes planos. Metas muito definidas atrapalham a liberdade de escolha para decidirmos o que nos apetece ler em cada momento. Vivendo e aprendendo. Mas há alguns desafios em que vou participar ao longo do ano e já estão definidos.

 

Janeiro, como tem sido nos últimos anos, terá algumas leituras ligadas ao Holocausto e à Segunda Guerra Mundial. E ainda a participação, neste mês, em "Um ano com a Jodi" (destas míúdas: Dora, Elisa e Isaura)

Em Março volto a fazer um Março Feminino, lendo apenas mulheres durante todo o mês, tal como aconteceu o ano passado. Ficam desde já convidados a participar (mas vamos falar disto mais para a frente). 

Em Abril mandar-me aos contos para o Abril Contos Mil da Mafalda

Novembro terá o Ler os Nossos, só autores portugueses, criado pela Cláudia

2018 inteirinho vamos continuar com as escolhas do Clube dos Clássicos Vivos

 

Objetivos literários gerais para 2018:

- Ler mais Biografias.

- Ler mais Contos.

- Ler Ficção Científica.

- Ler, pelo menos, mais 5 livros da lista "1001 livros para ler antes de morrer" (li apenas 18).

- Ler, pelo menos, um Saramago, um Eça, um de Agatha Christie e um de Jane Austen para continuar a demanda de ler toda a obra deles. 

- Acabar a saga Harry Potter, que ficou por terminar em 2017.

- Acabar a série A Amiga Genial, ainda só li o primeiro.

 

Continuar:

- a ler poesia.

- a ler novos autores portugueses. 

- a ler autores de países que nunca li. 

 

Livros que estavam em Desafios de 2017 (Volta ao Mundo em Literatura / 2017 Reading Challenge) e não foram lidos, mas vão sê-lo em 2018:

  • A Cor do Hibisco, Chimamanda Ngozi Adiche 
  • O Tigre Branco, Aravind Adiga 
  • A Rapariga que Roubava Livros, Markus Szuzak
  • Jaime Bunda agente Secreto, Pepetela 
  • A história de uma serva, Margaret Atwood 
  • Um calhamaço (livro com mais de 500 páginas) - Jane Eyre, Charlotte Bronte
  • Um livros com um título longo - Tieta do Agreste, pastora de cabras ou a volta da filha pródiga, Jorge Amado
  • Um livro publicado no ano em que nasci - Misery, Stephen King

 

Livros que não terminei (algures no tempo), por algum motivo, e que não passam de 2018:

  • 1984, George Orwell
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
  • A Cidade e as Serras, Eça de Queirós
  • Tieta do Agreste, Jorge Amado

 

Em relação à compra de livros: não sou propriamente a louca que gasta ordenados em livrarias, mas mesmo assim acho que gastei mais do que devia, em 2017. O primeiro semestre foi óptimo, comprei apenas um livro por mês e sempre a aproveitar promoções ou livros usados. Depois desgracei-me completamente na Feira do Livro (aqui e aqui) e pensei que não comprava mais nada até final do ano...mas comprei. Não sou grande adepta de comprar novidades, por isso, com pesquisa e paciência vou encontrando bons preços nos livros que quero comprar. Mas, em 2018, vou tentar moderar as compras. E, além disso, seguir à risca estes pontos:

  • Dar uma valente diminuída aos livros por ler na estante. Para quê comprar mais se tenho vários à espera em casa?
  • Não deixar livros por terminar e acabar aqueles que ficaram a meio nos últimos tempos. Enquanto nos ocupamos com os que temos, não pensamos nos que nos faltam.
  • Requisitar mais livros da Biblioteca. Tenho a sorte de ter uma Biblioteca recheadinha no sítio onde moro. É aproveitar. 
  • Atacar estantes de amigos/familiares para sacar livros emprestados. Resulta bem, caso conheçam pessoas que também gostem de ler. 
  • Ler mais e-books. Não sou fã, até porque os que se encontram por aí, normalmente vêm em português do Brasil e não gosto. Mas se forem autores brasileiros, tudo bem. E há vários que quero ler este ano. 

 

03
Jan18

2017 Reading Challenge | Conclusão

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Das 14 categorias, li 10. Gostava de ter feito check em todas, mas as que não ficaram feitas em 2017 passam directamente para 2018 e já sei quais os livros para encaixar em cada uma (mostro no post das leituras para 2018, que sai amanhã). Acho que desafios anuais não funcionam comigo. É bom conhecermo-nos e descobrirmos o que funciona ou não connosco. Evita futuras frustrações. É por isso que não vou fazer um Reading Challenge destes para 2018. Mas gostei de, mais uma vez, encaixar títulos em categorias específicas. Alargamos o leque de leituras. 

 

Um calhamaço - 

Uma biografia - Apenas Miúdos, Patti Smith

Um livro sobre o Holocausto - Se isto é um homem, Primo Levi

Um livro vencedor de um prémio - A Vegetariana, Han Kang

Terminar uma série - 

Terminar um livro deixado a meio - O amor é fodido, Miguel Esteves Cardoso 

Um livro com um título longo - 

Um livro escrito há mais de 100 anos - O Vermelho e o Negro, Stendhal 

Um livro com uma mulher na capa - Trinta e Oito e Meio, Maria Ribeiro 

Um livro escrito por um autor antes dos 30 - leite e mel, Rupi Kaur 

Um livro de uma autora portuguesa - Os pásaros de seda, Rosa Lobato de Faria 

Reler um livro lido há mais de 10 anos - O Diário de Anne Frank, Anne Frank 

Um livro publicado no ano em que nasceste - 

Um livro com um nome próprio no título - Astérix e o papiro de César 

02
Jan18

O meu 2017 em livros

Li perto de 40 livros. Óptimo número para mim. Quem me acompanha já sabe que não dou valor à quantidade. O que me deixa mesmo satisfeita é olhar para trás e ver que li tanta coisa boa e tanta coisa que me provocou as mais diversas sensações. Acho que foi um ano de leituras emocionais. Ou talvez eu as tenha sentido assim. 

 

Aprendi muito com os livros este ano. Aprendi a deixa-me levar pela Fantasia. Reaprendi a sentir a poesia. Reforcei o meu gosto por não-ficção. Desmistifiquei autores. Li mais mulheres que homens, pela primeira vez. Chorei com um final, pela primeira vez. Li autores novos e voltei a ler alguns de que gosto muito. Li vários autores portugueses. Li livros de 1830 a 2017. E abri espaço no coração para personagens inesquecíveis. Além de ter lido livros de 13 países diferentes: Portugal, Inglaterra, França, Itália, Rússia, Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Brasil, Cuba, Chile, Índia, Coreia do Sul. Gostava que este número fosse maior, em 2018 vou tentar chegar aos 20 países. Deixa-me muito feliz, no meio de tantos livros, identificar apenas três que considero mais  fracos. 

 

As leituras que me deram total prazer:

Apenas Miúdos - Patti Smith

Dom Casmurro - Machado de Assis

O talentoso Mr. Ripley - Patricia Highsmith

Trinta e oito e meio - Maria Ribeiro

Jorge Amado e José Saramago, Com o mar por meio - Uma amizade entre cartas

Leite e Mel - Rupi Kaur 

 

A boa surpresa do ano:

O Vermelho e o Negro - Stendhal

 

 A releitura do ano:

O Diário de Anne Frank

 

Os menos bons:

O Ano do Sim, Shonda Rhimes - Não acrescentou nada. 

O Rei de Havana, Pedro Juan Gutierrez - não foi o que eu estava à espera. 

Muito mais que cinco minutos, Kéfera - não é bem desilusão, porque não esperava muito. Sigo-a há muito tempo no Youtube e queria conhecer o primeiro livro (autobiográfico) que escreveu. Muito fraco. 

 

Livros que comprei assim que foram publicados (não sou de comprar novidades. Estes foram aqueles a que não consegui resistir e isso quer dizer muito): 

- Leite e Mel 

- O Diário de Anne Frank em BD

- Com o mar por meio - uma amizade entre cartas

 

Dos três desafios pessoais a que me propus, nenhum teve um desfecho como deve ser. Acho que a melhor lição que tiro disto é que mais vale ir, realmente, ao sabor da maré e não fazer grandes planos (mas vou terminar estes desafios durante 2018):

- 2017 Reading Challenge: li 8/14

- 12 meses, 12 países, 12 livros: li 7/12

- Ler Harry Potter em 2017: li 3/7

 

Vieram 32 livros novos cá para casa. Comprei 25. Recebi 5 de presente. Tive 2 grátis na Feira do Livro. 

Trouxe 9 livros da biblioteca.

Li apenas 1 e-book. Não sou muito fã. 

 

O saldo deste ano é, sem dúvida, positivo. Amanhã conto-vos o que quero ler em 2018.