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SAY HELLO TO MY BOOKS

SAY HELLO TO MY BOOKS

Se eu fosse um livro...

Se eu fosse um livro seria um Romance, misturado com Sátira e Aventura. 

Teria entre 250 a 300 páginas.

Seria editado pela Relógio D' Água, sem dúvida alguma.

Teria capa dura, com uma ilustração bonita feita por um artista português e folhas de guarda ilustradas também. 

Se eu fosse um livro teria um prefácio escrito pelo Ricardo Araújo Pereira e pelo Gregório Duvivier. 

Teria uma fitinha incorporada para marcar as páginas. 

Teria um preço inferior a 10 euros, para que ninguém desse a desculpa da falta de dinheiro para não me ler. 

Se eu fosse um livro queria estar nas livrarias, mas também nas bibliotecas, nas escolas e nas bancas de rua.

Teria o tamanho ideal para não ser muito pesado e poder andar na mão e na mala.

Se eu fosse um livro, neste momento, o título seria algo como "Silêncio, que se vai escrever os trinta..."

Teria muitas referências a Jane Austen, Eça de Queirós, Truman Capote, Florbela Espanca, Harper Lee e George Orwell. 

Estaria traduzido em, pelo menos, 30 línguas diferentes. 

Seria lido enrolado em mantas no sofá, mas também em bancos de jardim, no autocarro no regresso a casa e no avião a caminho de um destino de sonho, seria lido dentro do carro com chuva lá fora e na areia da praia com o sol a aquecer a pele do leitor.

Teria folhas amarelas, com sinais de já terem sido lidas várias vezes. 

Teria ilustrações no início de cada capítulo novo. 

Se eu fosse um livro, a fotografia do autor não aparecia na contracapa nem em lado nenhum, para deixar os leitores viverem apenas da história e não da aparência de quem escreveu. 

Estaria na ponta da língua de qualquer leitor quando lhe pedissem sugestões de boas leituras.

Se eu fosse um livro queria que alguém ficasse abraçado a mim, assim que acabasse de me ler.

 

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Este post foi muito giro de pensar e de escrever. Gostava que a Cláudia, a Rita, a Daniela, a Alexandra, a Carolina, a Inês, a Sara, a sweet, a Milheiras também pensassem como seriam se fossem um livro, mas sem terem que seguir o mesmo esquema de pensamentos ou os mesmos itens. Façam como acharem melhor, é uma ideia livre. 

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