Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

SAY HELLO TO MY BOOKS

SAY HELLO TO MY BOOKS

12
Fev18

MARÇO FEMININO 2018

O Março Feminino está de volta! Yuhuuu! Surgiu o ano passado e correu muito bem. O desafio era simples: ler apenas mulheres durante todo o mês. Podiam ser um ou dez livros, o importante era ler livros escritos por mulheres. As mais clássicas, as contemporâneas, as portuguesas, as estrangeiras, as de ficção, as de poesia...tanto faz. Se for uma mistura dessas todas, melhor ainda. Em 2017 correu muito bem, houve muitas participações e muita coisa boa a ser lida, como podem ver aqui. E, por isso, este ano volta o desafio, como não podia deixar de ser. É só mais uma desculpa para dar voz ao poder feminino na literatura. 

 

De 1 a 31 de Março vamos ler apenas livros escritos por mulheres. Vamos falar de escritoras e literatura, vamos partilhar as nossas preferidas, vamos ter conteúdos relacionados com o tema. Estão todos convidados a participar. É só pegarem nos livros e irem partilhando as vossas leituras nos blogs, canais e nas redes sociais com #marçofeminino (não se esqueçam do hashtag, para poder ir acompanhando as vossas leituras). Vou fazendo um apanhado dos posts ao longo das semanas, um apanhado geral das fotografias e leituras no fim e umas surpresinhas também pelo caminho. 

 

Já separei alguns livros para a TBR, que ainda não está fechada. Conto com vocês? 

24
Jan18

O Rei de Havana, Pedro Juan Gutiérrez

IMG_0286.jpg

 

Não gostei deste livro. Nunca tinha ouvido falar do autor, nem sabia do que o livro tratava, portanto não tinha expectativas. Estava a poucas semanas de viajar para Cuba e queria ler um autor cubano, especialmente um livro que se passasse em Havana, para conhecer um pouco mais da cultura deles. Encontrei "O Rei de Havana" na biblioteca e decidi que era este que ia ler. A contracapa deixou-me curiosa, lê-se "Uma espécie de Bukowski do Caribe ou de Henry Miller de Havana", escrito pelo Tribuna. Fasquia lá no alto, portanto. Adoro Bukowski, isto só pode ser bom, pensei eu. Pois foi mau

 

Custou-me muito ultrapassar as trinta primeiras páginas. Andei a mastigá-las tempo demais. Forcei-me a continuar. É a história de Reinaldo, um miúdo de 17 anos que foge do reformatório, sem família - de cuja morte foi acusado - e vai fazendo o que pode para sobreviver nas ruas pobres de Havana. Pede esmola, rouba comida, mete-se com mulheres e homens que lhe possam dar um espacinho para dormir, um bocado de comida e alguma atenção. Passa por várias situações complicadas - chamaria aventuras, se não fosse apenas o instinto de sobrevivência a falar mais alto - e acompanhamos esta jornada que se transforma num ciclo vicioso, numa espiral de autodestruição. Apaixona-se. Tem relações com várias pessoas ao longo de todo o livro. Rei, o nome pelo qual responde, é violento, mas também sensível. Sobrevive a cigarros, rum, marijuana e as migalhas que lhe vão caindo no estômago. 

 

Até aqui tudo muito bem. Não fosse a escrita de Pedro Juan Gutierrez ser "desgarrada, cruel, autêntica" como vem descrito também na contracapa. Eu descreveria-a como crua e demasiado real - baixo nível até. Não posso transcrever aqui nenhuma passagem com medo de ferir susceptibilidades e pior, haver menores de idade a lerem isto. Mas posso dizer que nunca tinha lido nada tão explícito em termos sexuais. Não só do acto em si, como de expressões, sensações, emoções dele e de pessoas que o rodeiam. Mas de forma feia e básica demais. Calão e asneiras para dar e vender frase-sim-frase-não. Depois, achei muito repetitivo. Acontecimentos da história que se vão repetindo, diálogos muito iguais entre personagens diferentes. Já revirava os olhos. Sinto que 95% do livro foi andar sempre à volta do mesmo, mudando só de cenário, mas sem acrescentar nada. Para minha surpresa, não desgostei do final. Previsível, mas trabalhado de uma forma que não estava à espera. Analisando o todo, acredito que Pedro Juan Gutierrez escreveu sobre uma realidade que conhece bem - isso é visível - mas sem grande esforço para tornar a obra um bocadinho mais literária. 

 

Podia processar o autor pelas rugas de expressão que ganhei por ter passado a leitura toda com a testa franzida, enojada, incrédula e aborrecida com certas descrições, diálogos e pormenores. Se me pedissem para resumir o livro, seria algo como: sexo - miséria - sexo - prostituição - álcool - sexo - violência - sexo - fome - sexo - pobreza - sexo, num cenário apocalíptico.

 

O livro foi lançado em 1999 e a história passa-se nos anos 90. Não duvido que se vivesse assim em Havana. Estive lá, vi a miséria de perto, prédios em ruínas com pessoas a viver lá dentro, crianças a pedir dinheiro, miúdas a prostituirem-se, pessoas com roupas velhas, sujas e rotas, etc. Acredito que há vinte anos, antes de ser levantado o embargo económico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelos EUA, a realidade fosse cem vezes pior. Em teoria, a realidade está bem representada. Na prática, o conteúdo é mau. Considerei-o uma das piores leituras de 2017. E leva duas estrelas em vez de uma, pelo simples facto de retratar um período e um estilo de vida em Havana, que acho estar fiel à realidade. 

 

                                                                          

Título: O Rei de Havana

Autor: Pedro Juan Gutierrez

Edição: Dom Quixote, 2000

Ano de publicação: 1999

 Nº páginas: 193

06
Jan18

Volta ao Mundo em Literatura: 12 meses, 12 países, 12 livros | Conclusão

Este foi um desafio que criei para mim mesma, no início de 2017, como forma de me incentivar a ler autores de países que não lia tanto. Reparei que as minhas leituras, na maioria, recaíam sobre Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Brasil (o que não quer dizer que só lesses autores destas nacionalidades). Então decidi escolher 12 países, de continentes diferentes, e pré-defini um autor para cada um. Mantive a maior parte das escolhas, outras fui mudando durante o ano. É importante referir que escolhi apenas autores que nunca tinha lido. A verde estão os que li. 

 

Alemanha: Thomas Mann - Morte em Veneza

Angola: Pepetela      

Austrália: Markus Zusak    

Canadá: Margaret Atwood  

Chile: Isabel Allende - O Reino do Dragão de Ouro

Coreia do Sul: Han Kang - A Vegetariana

Cuba: Pedro Juan Gutiérrez - O Rei de Havana 

FrançaStendhal - O Vermelho e o Negro 

Índia: Aravind Adiga

ItáliaPrimo Levi - Se isto é um homem 

Nigéria: Chimamanda Ngozi Adichie      

Rússia: Fiódor Dostoiévski - O Jogador 

 

Os autores mudados foram:

França - inicialmente tinha escolhido Gustave Flaubert.

Canadá - inicialmente tinha escolhido Alice Munro.

 

Os países mudados foram:

Cuba - tinha definido ler algum autor do Perú para a América do Sul, mas li do Chile, mudei para Cuba e, assim, acrescentei América Central à lista.

Coreia do Sul - tinha escolhido Japão, mas surgiu a Han Kang que se tornou prioridade.

 

Conclusão:

Li 7 em 12. Não está mau, mas gostava de ter concluído o desafio. Confesso que fui dando prioridade a outras leituras. Mas há aqui autores que quero muito ler, por isso o desafio vai continuar em 2018. É um dos meus objetivos: ler os cinco que faltam. Nessa altura, farei o balanço de qual gostei mais, qual gostei menos, que culturas me encantaram mais, que autores quero continuar a ler e quais me deixaram de cabelos em pé. 

05
Jan18

O Say hello to my books em 2017

2017 foi um excelente ano para o blog (ainda que eu seja um bocadinho desnaturada e tenha alguns posts em atraso). Foi um ano em que me dediquei, partilhei opiniões, eventos, novidades, pensamentos literários e não só. Comecei-o em 2015, a meio gás, e só a partir do segundo semestre de 2016 é que comecei a levá-lo mais a sério, tanto aqui como nas redes sociais. Em 2017 ele já estava enraizado, mas comecei a senti-lo mesmo como uma parte de mim. De quem eu sou.  

 

large (6).jpg

 

2017 foi o ano em que criei o Março Feminino. Foi o ano em que conheci muita gente destas andanças e criei ligação com várias. Foi o ano em que entrei num Clube de Leitura. Foi o ano em que voltei à Biblioteca. Foi o ano em que trabalhei na Feira do Livro. Foi o ano em que chorei pela primeira vez com um final. Foi o ano em que pedi o primeiro autógrafo (à Pilar del Rio). 

 

Em 2017 mais que dupliquei o número de subscritores aqui no Sapo Blogs. Não que o número seja o mais importante, mas sentir que o que escrevo chega a mais gente e que há tantas pessoas com interesse em ler o que tenho para dizer, é muito bom. Obrigada a quem chegou nos últimos tempos e a quem cá está quase desde o início. Tive vários posts destacados no Sapo Blogs. Tripliquei o número de visualizações. Curiosamente é do Porto que chega mais gente, logo a seguir Lisboa (muito pertinho) e depois Sintra, Setúbal e Vila Nova de Gaia, para meu espanto. Se forem de uma destas cidades acusem-se nos comentários! Quanto aos países, e excluindo Portugal, os cinco que mais lêem o blog são: Brasil, França, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido. Interessante. É engraçado perceber também que, mesmo hoje em dia, a grande a maioria das pessoa chega ao blog através do computador. E não é preciso dizer que 90% são mulheres (onde andam os homens leitores?)!

 

Instagram do blog também cresceu muito em 2017. É a minha rede social preferida, por isso fico feliz. Permite uma interacção quase instantânea com quem gosta das mesmas coisas e é uma ferramenta óptima para conhecer novos livros, autores, saber se um livro é bom e conhecer a cara das pessoas que estão por trás de outros blogs. 

 

E agora vamos a alguns dos posts que marcaram este ano: 

 

Os 5 posts mais lidos de 2017:

7 Mulheres incríveis na literatura que quero ler

A minha relação com a Feira do Livro e porque é que este ano vai ser diferente

Feira do Livro de Belém

Março Feminino | Vamos ler e ver apenas mulheres?

Jorge Amado, Saramago, Pilar e vinho tinto. Como foi a apresentação do livro?

 

Outros posts importantes este ano: 

O Diário de Anne Frank

7 Mulheres incríveis que já li

O que foi lido no Março Feminino?

Como foi trabalhar na Feira do Livro?

O primeiro livro que me fez chorar e porquê

 

Algumas reflexões mais pessoais:

VIDA | Um dia inspirador

VIDA | Amizade

VIDA | E esse Natal?

 

TAG's feitas em 2017:

Feira do Livro

Livros não lidos

Fim do Ano 2017

Clube dos Clássicos Vivos

 

04
Jan18

Objectivos literários para 2018

Não vou fazer grandes planos. Metas muito definidas atrapalham a liberdade de escolha para decidirmos o que nos apetece ler em cada momento. Vivendo e aprendendo. Mas há alguns desafios em que vou participar ao longo do ano e já estão definidos.

 

Janeiro, como tem sido nos últimos anos, terá algumas leituras ligadas ao Holocausto e à Segunda Guerra Mundial. E ainda a participação, neste mês, em "Um ano com a Jodi" (destas míúdas: Dora, Elisa e Isaura)

Em Março volto a fazer um Março Feminino, lendo apenas mulheres durante todo o mês, tal como aconteceu o ano passado. Ficam desde já convidados a participar (mas vamos falar disto mais para a frente). 

Em Abril mandar-me aos contos para o Abril Contos Mil da Mafalda

Novembro terá o Ler os Nossos, só autores portugueses, criado pela Cláudia

2018 inteirinho vamos continuar com as escolhas do Clube dos Clássicos Vivos

 

Objetivos literários gerais para 2018:

- Ler mais Biografias.

- Ler mais Contos.

- Ler Ficção Científica.

- Ler, pelo menos, mais 5 livros da lista "1001 livros para ler antes de morrer" (li apenas 18).

- Ler, pelo menos, um Saramago, um Eça, um de Agatha Christie e um de Jane Austen para continuar a demanda de ler toda a obra deles. 

- Acabar a saga Harry Potter, que ficou por terminar em 2017.

- Acabar a série A Amiga Genial, ainda só li o primeiro.

 

Continuar:

- a ler poesia.

- a ler novos autores portugueses. 

- a ler autores de países que nunca li. 

 

Livros que estavam em Desafios de 2017 (Volta ao Mundo em Literatura / 2017 Reading Challenge) e não foram lidos, mas vão sê-lo em 2018:

  • A Cor do Hibisco, Chimamanda Ngozi Adiche 
  • O Tigre Branco, Aravind Adiga 
  • A Rapariga que Roubava Livros, Markus Szuzak
  • Jaime Bunda agente Secreto, Pepetela 
  • A história de uma serva, Margaret Atwood 
  • Um calhamaço (livro com mais de 500 páginas) - Jane Eyre, Charlotte Bronte
  • Um livros com um título longo - Tieta do Agreste, pastora de cabras ou a volta da filha pródiga, Jorge Amado
  • Um livro publicado no ano em que nasci - Misery, Stephen King

 

Livros que não terminei (algures no tempo), por algum motivo, e que não passam de 2018:

  • 1984, George Orwell
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
  • A Cidade e as Serras, Eça de Queirós
  • Tieta do Agreste, Jorge Amado

 

Em relação à compra de livros: não sou propriamente a louca que gasta ordenados em livrarias, mas mesmo assim acho que gastei mais do que devia, em 2017. O primeiro semestre foi óptimo, comprei apenas um livro por mês e sempre a aproveitar promoções ou livros usados. Depois desgracei-me completamente na Feira do Livro (aqui e aqui) e pensei que não comprava mais nada até final do ano...mas comprei. Não sou grande adepta de comprar novidades, por isso, com pesquisa e paciência vou encontrando bons preços nos livros que quero comprar. Mas, em 2018, vou tentar moderar as compras. E, além disso, seguir à risca estes pontos:

  • Dar uma valente diminuída aos livros por ler na estante. Para quê comprar mais se tenho vários à espera em casa?
  • Não deixar livros por terminar e acabar aqueles que ficaram a meio nos últimos tempos. Enquanto nos ocupamos com os que temos, não pensamos nos que nos faltam.
  • Requisitar mais livros da Biblioteca. Tenho a sorte de ter uma Biblioteca recheadinha no sítio onde moro. É aproveitar. 
  • Atacar estantes de amigos/familiares para sacar livros emprestados. Resulta bem, caso conheçam pessoas que também gostem de ler. 
  • Ler mais e-books. Não sou fã, até porque os que se encontram por aí, normalmente vêm em português do Brasil e não gosto. Mas se forem autores brasileiros, tudo bem. E há vários que quero ler este ano. 

 

03
Jan18

2017 Reading Challenge | Conclusão

2017 Reading Challenge - conclusão.jpg

 

Das 14 categorias, li 10. Gostava de ter feito check em todas, mas as que não ficaram feitas em 2017 passam directamente para 2018 e já sei quais os livros para encaixar em cada uma (mostro no post das leituras para 2018, que sai amanhã). Acho que desafios anuais não funcionam comigo. É bom conhecermo-nos e descobrirmos o que funciona ou não connosco. Evita futuras frustrações. É por isso que não vou fazer um Reading Challenge destes para 2018. Mas gostei de, mais uma vez, encaixar títulos em categorias específicas. Alargamos o leque de leituras. 

 

Um calhamaço - 

Uma biografia - Apenas Miúdos, Patti Smith

Um livro sobre o Holocausto - Se isto é um homem, Primo Levi

Um livro vencedor de um prémio - A Vegetariana, Han Kang

Terminar uma série - 

Terminar um livro deixado a meio - O amor é fodido, Miguel Esteves Cardoso 

Um livro com um título longo - 

Um livro escrito há mais de 100 anos - O Vermelho e o Negro, Stendhal 

Um livro com uma mulher na capa - Trinta e Oito e Meio, Maria Ribeiro 

Um livro escrito por um autor antes dos 30 - leite e mel, Rupi Kaur 

Um livro de uma autora portuguesa - Os pásaros de seda, Rosa Lobato de Faria 

Reler um livro lido há mais de 10 anos - O Diário de Anne Frank, Anne Frank 

Um livro publicado no ano em que nasceste - 

Um livro com um nome próprio no título - Astérix e o papiro de César 

02
Jan18

O meu 2017 em livros

Li perto de 40 livros. Óptimo número para mim. Quem me acompanha já sabe que não dou valor à quantidade. O que me deixa mesmo satisfeita é olhar para trás e ver que li tanta coisa boa e tanta coisa que me provocou as mais diversas sensações. Acho que foi um ano de leituras emocionais. Ou talvez eu as tenha sentido assim. 

 

Aprendi muito com os livros este ano. Aprendi a deixa-me levar pela Fantasia. Reaprendi a sentir a poesia. Reforcei o meu gosto por não-ficção. Desmistifiquei autores. Li mais mulheres que homens, pela primeira vez. Chorei com um final, pela primeira vez. Li autores novos e voltei a ler alguns de que gosto muito. Li vários autores portugueses. Li livros de 1830 a 2017. E abri espaço no coração para personagens inesquecíveis. Além de ter lido livros de 13 países diferentes: Portugal, Inglaterra, França, Itália, Rússia, Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Brasil, Cuba, Chile, Índia, Coreia do Sul. Gostava que este número fosse maior, em 2018 vou tentar chegar aos 20 países. Deixa-me muito feliz, no meio de tantos livros, identificar apenas três que considero mais  fracos. 

 

As leituras que me deram total prazer:

Apenas Miúdos - Patti Smith

Dom Casmurro - Machado de Assis

O talentoso Mr. Ripley - Patricia Highsmith

Trinta e oito e meio - Maria Ribeiro

Jorge Amado e José Saramago, Com o mar por meio - Uma amizade entre cartas

Leite e Mel - Rupi Kaur 

 

A boa surpresa do ano:

O Vermelho e o Negro - Stendhal

 

 A releitura do ano:

O Diário de Anne Frank

 

Os menos bons:

O Ano do Sim, Shonda Rhimes - Não acrescentou nada. 

O Rei de Havana, Pedro Juan Gutierrez - não foi o que eu estava à espera. 

Muito mais que cinco minutos, Kéfera - não é bem desilusão, porque não esperava muito. Sigo-a há muito tempo no Youtube e queria conhecer o primeiro livro (autobiográfico) que escreveu. Muito fraco. 

 

Livros que comprei assim que foram publicados (não sou de comprar novidades. Estes foram aqueles a que não consegui resistir e isso quer dizer muito): 

- Leite e Mel 

- O Diário de Anne Frank em BD

- Com o mar por meio - uma amizade entre cartas

 

Dos três desafios pessoais a que me propus, nenhum teve um desfecho como deve ser. Acho que a melhor lição que tiro disto é que mais vale ir, realmente, ao sabor da maré e não fazer grandes planos (mas vou terminar estes desafios durante 2018):

- 2017 Reading Challenge: li 8/14

- 12 meses, 12 países, 12 livros: li 7/12

- Ler Harry Potter em 2017: li 3/7

 

Vieram 32 livros novos cá para casa. Comprei 25. Recebi 5 de presente. Tive 2 grátis na Feira do Livro. 

Trouxe 9 livros da biblioteca.

Li apenas 1 e-book. Não sou muito fã. 

 

O saldo deste ano é, sem dúvida, positivo. Amanhã conto-vos o que quero ler em 2018.