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SAY HELLO TO MY BOOKS

SAY HELLO TO MY BOOKS

Chegou cá a casa...

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A Sábado desta semana com o primeiro volume da colecção "Descobrir a Filosofia". Todas as semanas, até Novembro, a revista trará um livro sobre um filósofo ou um movimento ligado à Filosofia. O primeiro, como vos mostro, é sobre Platão, a sua a vida, obra e contexto histórico, político e cultural.

 

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Recebi ontem no correio, calculo que seja uma acção de marketing da Sábado para fidelizar os leitores nesta colecção. Revista e livro grátis esta semana, a partir da próxima cada livro custa 9,95 euros. Tendo em conta que são 40 volumes, façam as contas. Claro que se assinarem a revista, sai-vos mais barato, mas ainda assim...não esquecer que 2017 é o ano da poupança! Quanto muito compro um ou dois que me chamam mais a atenção como o de Freud, que sai dia 11 de Maio. 

 

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Mas posso dizer que gostei bastante deste presente. Sou uma interessada pelo mundo e não ponho nenhum tema de parte. Tive Filosofia no ensino secundário e gostava muito. Mesmo. Tive 18 no Exame Nacional da disciplina e foi um motivo de orgulho pessoal, porque a maior parte dos meus colegas detestava as aulas e não percebia para que é que aquilo servia. Na verdade, não serve muito para a vida prática do dia-a-dia, mas dá-nos uma cultura imensa sobre o desenvolvimento do pensamento ao longo dos séculos. Ainda hoje tenho o livro "Górgias" de Platão todo rabiscado com apontamentos feitos nas aulas, nessa época (já lá vão 12 anos).

 

Apercebi-me que sinto falta de ler mais livros assim, mais académicos e educativos. Sempre adorei História, ler e saber pormenores sobre as várias civilizações, o desenvolvimento humano, os feitos de figuras importantes ao longo dos séculos. Na escola adorava disciplinas que abordassem temas assim, como História e Filosofia. Quero voltar a esse tipo de leitura de vez em quando. Nunca devemos parar de "estudar". Nunca devemos parar de querer ser mais e melhor. 

 

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Comecei a ler Harry Potter...

Peguei-lhe na sexta-feira à noite, antes do jantar, li dois capítulos. Mais tarde, já na cama quentinha e confortável, li mais uns três. 80 páginas de Harry Potter no primeiro dia. No sábado passei o dia com a história na cabeça: o miúdo que não sabia que era feiticeiro, os pais que morreram, de onde vem a cicatriz, aqueles tios que são intragáveis, a vontade de dar dois estalos no primo badocha, ahhh conseguiu receber a carta de Hogwarts, boa!!! Ao fim do dia li mais cinco capítulos, mais 110 páginas. Espero conseguir terminar hoje, são 127 páginas para ler. 

 

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Confirmo que é um verdadeiro page turner. Não esperava eu outra coisa. Gosto de livros que me fazem não reparar nas páginas a passar. E apesar de já ter visto o primeiro filme há alguns anos, não me lembrava de quase nada, a não ser da cara do Harry, do Ron, da Hermione, do Malfoy e de alguns professores, do jogo Quidditch, do cão das três cabeças e pouco mais. Acredito que quem leu os livros assim que saíram fez um exercício brutal de imaginação. É inevitável, hoje em dia, eu já ter uma imagem formada do Harry, do Dumbledore e por aí fora. Ainda assim, por não me lembrar de tudo, consegui brincar um bocadinho com a imaginação. Até porque vi os três primeiros filmes há tantos anos, que há pormenores que se escapuliram completamente da minha memória. 

 

Pensamentos até agora:

- Uma família que não o compreende nem assume que está ali um miúdo especial só me lembrava a história da Matilda. 

- Claro que o primo Dudley é gordo e estúpido. Clássico. 

- Adorava ter uma coruja de estimação.

- Miúdos como o Malfoy são importantes para contrabalançar o bem. Esta dicotomia entre o bem e o mal é essencial. 

- Acho que me lembro de qualquer coisa como o Snape afinal não odiar o Harry, apesar de querer passar essa imagem. 

- Acho a Hermione chatinha, até agora. 

- Apesar de Fantasia não ser o meu género favorito, estou a gostar deste mundo de magia e feitiçaria, por criar possibilidades e escapatórias a situações que de outra forma não seriam possíveis. É bom sair um bocadinho da realidade, de vez em quando, e ler este tipo de ficção. 

 

Quando acabar de ler o livro, faço uma opinião mais formada. Mas estou a gostar muito até agora. Por favor, não me dêem spoilers. 

Volta ao Mundo em Literatura: 12 meses, 12 países, 12 livros

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A ideia é simples: durante 2017 ler um livro por mês que seja de um país diferente do nosso, num desafio de conhecer outras culturas através da literatura. Eu já o faço e sei que muitos já o fazem, mas um incentivo extra nunca fez mal a ninguém. É só escolher 12 países diferentes e toca a andar. Diversificar leituras, ler histórias que nos chegam dos quatro cantos do mundo é o objectivo deste projecto. Viajar para sítios onde nunca fomos através de autores e culturas completamente diferentes da nossa.

 

Hoje partilho a minha escolha dos 12 países, espalhados pelos vários continentes. Escolhi apenas autores que nunca li para cada nacionalidade. No início de cada mês partilho o livro que irá ser lido de cada um. E no final de cada mês será publicada a opinião sobre esse livro. Não é necessariamente esta a ordem de leitura. 

 

Alemanha: Thomas Mann

Angola: Pepetela      

Austrália: Markus Zusak    

Canadá: Alice Munro  

Chile: Isabel Allende

França: Gustave Flaubert

Índia: Aravind Adiga

Itália: Primo Levi

Japão: Haruki Murakami

Nigéria: Chimamanda Ngozi Adichie      

Perú: Mário Vargas Llosa  

Rússia: Fiódor Dostoiévski

 

Para além de Portugal, exlcuí também deste projeto Inglaterra, EUA e Brasil, porque são os autores que mais leio e, como disse, o objetivo é diversificar. Se tiverem sugestões de outros países ou autores serão muito bem-vindas.

 

Quem quiser entrar neste desafio está à vontade para escolher os escritores e os países que quiser. Desde que sejam todos diferentes entre si e que não haja Portugal pelo meio... Vou partilhando os livros e os updates de leituras no Instagram a partir do início do ano. Ansiosa para começar.