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SAY HELLO TO MY BOOKS

SAY HELLO TO MY BOOKS

16
Jan18

Toda a gente leu, menos eu

Andava eu aqui a pensar naqueles livros que tenho na estante há algum tempo - e não quero que passem de 2018 sem serem lidos - quando reparei que alguns são aqueles que tooooda a gente já leu, menos eu. Alguns são clássicos que até tenho vergonha de dizer que ainda não li, outros são aqueles cheios de hype, muito falados e muito publicitados. E eu fujo de novidades, não só pelo preço de fazer corar qualquer pessoa de bem, mas porque quando está tudo a falar do mesmo, o livro cansa-me antes mesmo de lhe pegar. Tal e qual aquelas músicas que cantamos alto no carro, mas quando começam a passar 562 vezes por dia na rádio, mudamos de estação assim que ouvimos os primeiros acordes. 

 

Fui adiando essas leituras, apesar de saber que têm o seu valor e que, provavelmente, vou gostar muito. Mas chegou o dia ano. De 2018 não passam, nem que a vaca tussa (adorava saber como é que estas expressões pegam). São eles: 

 

A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak

Misery, Stephen King

O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde

Madame Bovary, Gustave Flaubert 

 

Se por acaso ainda não leram algum destes tenham a caridade de me dizer, para não me sentir tão E.T., 'tá bom? E digam-me quais são os vossos títulos que encaixam em #todoslerammenoseu

05
Jan18

O Say hello to my books em 2017

2017 foi um excelente ano para o blog (ainda que eu seja um bocadinho desnaturada e tenha alguns posts em atraso). Foi um ano em que me dediquei, partilhei opiniões, eventos, novidades, pensamentos literários e não só. Comecei-o em 2015, a meio gás, e só a partir do segundo semestre de 2016 é que comecei a levá-lo mais a sério, tanto aqui como nas redes sociais. Em 2017 ele já estava enraizado, mas comecei a senti-lo mesmo como uma parte de mim. De quem eu sou.  

 

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2017 foi o ano em que criei o Março Feminino. Foi o ano em que conheci muita gente destas andanças e criei ligação com várias. Foi o ano em que entrei num Clube de Leitura. Foi o ano em que voltei à Biblioteca. Foi o ano em que trabalhei na Feira do Livro. Foi o ano em que chorei pela primeira vez com um final. Foi o ano em que pedi o primeiro autógrafo (à Pilar del Rio). 

 

Em 2017 mais que dupliquei o número de subscritores aqui no Sapo Blogs. Não que o número seja o mais importante, mas sentir que o que escrevo chega a mais gente e que há tantas pessoas com interesse em ler o que tenho para dizer, é muito bom. Obrigada a quem chegou nos últimos tempos e a quem cá está quase desde o início. Tive vários posts destacados no Sapo Blogs. Tripliquei o número de visualizações. Curiosamente é do Porto que chega mais gente, logo a seguir Lisboa (muito pertinho) e depois Sintra, Setúbal e Vila Nova de Gaia, para meu espanto. Se forem de uma destas cidades acusem-se nos comentários! Quanto aos países, e excluindo Portugal, os cinco que mais lêem o blog são: Brasil, França, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido. Interessante. É engraçado perceber também que, mesmo hoje em dia, a grande a maioria das pessoa chega ao blog através do computador. E não é preciso dizer que 90% são mulheres (onde andam os homens leitores?)!

 

Instagram do blog também cresceu muito em 2017. É a minha rede social preferida, por isso fico feliz. Permite uma interacção quase instantânea com quem gosta das mesmas coisas e é uma ferramenta óptima para conhecer novos livros, autores, saber se um livro é bom e conhecer a cara das pessoas que estão por trás de outros blogs. 

 

E agora vamos a alguns dos posts que marcaram este ano: 

 

Os 5 posts mais lidos de 2017:

7 Mulheres incríveis na literatura que quero ler

A minha relação com a Feira do Livro e porque é que este ano vai ser diferente

Feira do Livro de Belém

Março Feminino | Vamos ler e ver apenas mulheres?

Jorge Amado, Saramago, Pilar e vinho tinto. Como foi a apresentação do livro?

 

Outros posts importantes este ano: 

O Diário de Anne Frank

7 Mulheres incríveis que já li

O que foi lido no Março Feminino?

Como foi trabalhar na Feira do Livro?

O primeiro livro que me fez chorar e porquê

 

Algumas reflexões mais pessoais:

VIDA | Um dia inspirador

VIDA | Amizade

VIDA | E esse Natal?

 

TAG's feitas em 2017:

Feira do Livro

Livros não lidos

Fim do Ano 2017

Clube dos Clássicos Vivos

 

04
Jan18

Objectivos literários para 2018

Não vou fazer grandes planos. Metas muito definidas atrapalham a liberdade de escolha para decidirmos o que nos apetece ler em cada momento. Vivendo e aprendendo. Mas há alguns desafios em que vou participar ao longo do ano e já estão definidos.

 

Janeiro, como tem sido nos últimos anos, terá algumas leituras ligadas ao Holocausto e à Segunda Guerra Mundial. E ainda a participação, neste mês, em "Um ano com a Jodi" (destas míúdas: Dora, Elisa e Isaura)

Em Março volto a fazer um Março Feminino, lendo apenas mulheres durante todo o mês, tal como aconteceu o ano passado. Ficam desde já convidados a participar (mas vamos falar disto mais para a frente). 

Em Abril mandar-me aos contos para o Abril Contos Mil da Mafalda

Novembro terá o Ler os Nossos, só autores portugueses, criado pela Cláudia

2018 inteirinho vamos continuar com as escolhas do Clube dos Clássicos Vivos

 

Objetivos literários gerais para 2018:

- Ler mais Biografias.

- Ler mais Contos.

- Ler Ficção Científica.

- Ler, pelo menos, mais 5 livros da lista "1001 livros para ler antes de morrer" (li apenas 18).

- Ler, pelo menos, um Saramago, um Eça, um de Agatha Christie e um de Jane Austen para continuar a demanda de ler toda a obra deles. 

- Acabar a saga Harry Potter, que ficou por terminar em 2017.

- Acabar a série A Amiga Genial, ainda só li o primeiro.

 

Continuar:

- a ler poesia.

- a ler novos autores portugueses. 

- a ler autores de países que nunca li. 

 

Livros que estavam em Desafios de 2017 (Volta ao Mundo em Literatura / 2017 Reading Challenge) e não foram lidos, mas vão sê-lo em 2018:

  • A Cor do Hibisco, Chimamanda Ngozi Adiche 
  • O Tigre Branco, Aravind Adiga 
  • A Rapariga que Roubava Livros, Markus Szuzak
  • Jaime Bunda agente Secreto, Pepetela 
  • A história de uma serva, Margaret Atwood 
  • Um calhamaço (livro com mais de 500 páginas) - Jane Eyre, Charlotte Bronte
  • Um livros com um título longo - Tieta do Agreste, pastora de cabras ou a volta da filha pródiga, Jorge Amado
  • Um livro publicado no ano em que nasci - Misery, Stephen King

 

Livros que não terminei (algures no tempo), por algum motivo, e que não passam de 2018:

  • 1984, George Orwell
  • Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
  • A Cidade e as Serras, Eça de Queirós
  • Tieta do Agreste, Jorge Amado

 

Em relação à compra de livros: não sou propriamente a louca que gasta ordenados em livrarias, mas mesmo assim acho que gastei mais do que devia, em 2017. O primeiro semestre foi óptimo, comprei apenas um livro por mês e sempre a aproveitar promoções ou livros usados. Depois desgracei-me completamente na Feira do Livro (aqui e aqui) e pensei que não comprava mais nada até final do ano...mas comprei. Não sou grande adepta de comprar novidades, por isso, com pesquisa e paciência vou encontrando bons preços nos livros que quero comprar. Mas, em 2018, vou tentar moderar as compras. E, além disso, seguir à risca estes pontos:

  • Dar uma valente diminuída aos livros por ler na estante. Para quê comprar mais se tenho vários à espera em casa?
  • Não deixar livros por terminar e acabar aqueles que ficaram a meio nos últimos tempos. Enquanto nos ocupamos com os que temos, não pensamos nos que nos faltam.
  • Requisitar mais livros da Biblioteca. Tenho a sorte de ter uma Biblioteca recheadinha no sítio onde moro. É aproveitar. 
  • Atacar estantes de amigos/familiares para sacar livros emprestados. Resulta bem, caso conheçam pessoas que também gostem de ler. 
  • Ler mais e-books. Não sou fã, até porque os que se encontram por aí, normalmente vêm em português do Brasil e não gosto. Mas se forem autores brasileiros, tudo bem. E há vários que quero ler este ano. 

 

02
Jan18

O meu 2017 em livros

Li perto de 40 livros. Óptimo número para mim. Quem me acompanha já sabe que não dou valor à quantidade. O que me deixa mesmo satisfeita é olhar para trás e ver que li tanta coisa boa e tanta coisa que me provocou as mais diversas sensações. Acho que foi um ano de leituras emocionais. Ou talvez eu as tenha sentido assim. 

 

Aprendi muito com os livros este ano. Aprendi a deixa-me levar pela Fantasia. Reaprendi a sentir a poesia. Reforcei o meu gosto por não-ficção. Desmistifiquei autores. Li mais mulheres que homens, pela primeira vez. Chorei com um final, pela primeira vez. Li autores novos e voltei a ler alguns de que gosto muito. Li vários autores portugueses. Li livros de 1830 a 2017. E abri espaço no coração para personagens inesquecíveis. Além de ter lido livros de 13 países diferentes: Portugal, Inglaterra, França, Itália, Rússia, Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Brasil, Cuba, Chile, Índia, Coreia do Sul. Gostava que este número fosse maior, em 2018 vou tentar chegar aos 20 países. Deixa-me muito feliz, no meio de tantos livros, identificar apenas três que considero mais  fracos. 

 

As leituras que me deram total prazer:

Apenas Miúdos - Patti Smith

Dom Casmurro - Machado de Assis

O talentoso Mr. Ripley - Patricia Highsmith

Trinta e oito e meio - Maria Ribeiro

Jorge Amado e José Saramago, Com o mar por meio - Uma amizade entre cartas

Leite e Mel - Rupi Kaur 

 

A boa surpresa do ano:

O Vermelho e o Negro - Stendhal

 

 A releitura do ano:

O Diário de Anne Frank

 

Os menos bons:

O Ano do Sim, Shonda Rhimes - Não acrescentou nada. 

O Rei de Havana, Pedro Juan Gutierrez - não foi o que eu estava à espera. 

Muito mais que cinco minutos, Kéfera - não é bem desilusão, porque não esperava muito. Sigo-a há muito tempo no Youtube e queria conhecer o primeiro livro (autobiográfico) que escreveu. Muito fraco. 

 

Livros que comprei assim que foram publicados (não sou de comprar novidades. Estes foram aqueles a que não consegui resistir e isso quer dizer muito): 

- Leite e Mel 

- O Diário de Anne Frank em BD

- Com o mar por meio - uma amizade entre cartas

 

Dos três desafios pessoais a que me propus, nenhum teve um desfecho como deve ser. Acho que a melhor lição que tiro disto é que mais vale ir, realmente, ao sabor da maré e não fazer grandes planos (mas vou terminar estes desafios durante 2018):

- 2017 Reading Challenge: li 8/14

- 12 meses, 12 países, 12 livros: li 7/12

- Ler Harry Potter em 2017: li 3/7

 

Vieram 32 livros novos cá para casa. Comprei 25. Recebi 5 de presente. Tive 2 grátis na Feira do Livro. 

Trouxe 9 livros da biblioteca.

Li apenas 1 e-book. Não sou muito fã. 

 

O saldo deste ano é, sem dúvida, positivo. Amanhã conto-vos o que quero ler em 2018. 

30
Nov17

Até meio de Dezembro

Quando estiverem a ler isto, provavelmente já estarei a sobrevoar o Atlântico, para aproveitar dez dias de férias no calor! Vou fugir do frio, mas volto para o nosso Natal português à lareira - que não imagino de outra forma. 

 

Tenho tantas opiniões e posts em atraso aqui no blog, que me dá assim uma angustiazinha manhosa. Em Dezembro vou ter que compensar. Novembro foi um mês cheio, muito mais do que o planeado. Muito trabalho, consultas, exames médicos, problemas com o carro, oficinas, problemas com a máquina fotográfica, arranjos, aniversários, duzentas marcações, combinações, obrigações e, para finalizar, apanhei uma mega gripe a quatro dias de viajar. A sacana mandou-me para a cama e deixou pendentes mil coisas que tinha que tratar antes da viagem. Conclusão, a véspera foi um caos. Viajo com o ritmo a mil, mas chegando lá, espero desligar o botão. 

 

Vou para as Caraíbas. Não será a primeira vez. Em 2012 estive uma semana em Punta Cana, na República Dominicana e foi inesquecível. Tanto que vou voltar, mas desta vez para outra ilha. Não digo já qual é, para não agoirar, mas vou tentar pôr algumas fotografias no Instagram, se conseguir. Internet é coisinha quase inexistente por aquelas bandas. E ainda bem. Vou desconectar-me, no sentido mais humano da palavra. Vou conhecer um país novo, daqueles que quero visitar desde que me lembro de ser gente. E isso merece atenção, dedicação e entrega total. Não podia estar mais entusiasmada. A primeira parte da viagem é em modo cidade, a segunda parte é em modo praia. Calor, água quente, mojitos, diversão e descanso - mais para a cabeça do que para o corpo. Levo apenas dois livros Sei que no avião não me consigo concentrar a ler durante grandes períodos de tempo. Já me conheço. E, estando lá, acredito que só vá conseguir ler quando estiver na zona de praia. Por isso levo apenas dois. E um guia do país que planeio reler na viagem de ida. 

 

Não gosto de andar de avião. Já viajei bastante e esta angústia só piora com os anos. É um mal necessário para viajar, bem sei, mas fico nervosa e tensa até chegar ao destino. Desta vez são quase 10h de viagem e programei mil coisas para fazer durante o voo (não, não consigo dormir). Ler, jogar, ver filmes, escrever, fazer os roteiros dos passeios, pôr a conversa em dia, comer doces e, quem sabe, beber um copinho de vinho porque o momento pede. 

 

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18
Nov17

TAG | Clube dos Clássicos Vivos

 A tag foi criada pela Cláudia do blog A Mulher que Ama Livros e pela Carolina do blog Holly Reader. Diz respeito a livros clássicos e ao Clube dos Clássicos Vivos, que encontram no Goodreads e ao qual se podem também juntar. Somos muitos por lá, mas cabe sempre mais um!

 

  1. Há quanto tempo estás no Clube dos Clássicos Vivos?

Creio que entrei no clube no final de 2016, mas só comecei a participar no início de 2017. A primeira leitura do ano não acompanhei, porque já tinha lido o livro escolhido ("O Crime do Padre Amaro"). Foi com "Paris é uma Festa", livro de Março/Abril, que comecei a participar mais activamente. 

 

  1. O que mais gostas no Clube e o que menos gostas?

O que mais gosto é a partilha de opiniões e visões sobre as obras. Cada pessoa tem a sua teoria e cada um repara em pormenores que passam despercebidos aos outros. Toda essa troca é muito enriquecedora. Gosto MUITO dos encontros ao vivo. Não gosto que o tempo passe a correr. Não há nada que goste menos, até agora. Quando houver, certamente comunicarei às responsáveis. ahahahah 

 

 3. Tens alguma sugestão para o clube? Qual? 

Que continue por muito tempo :) Gosto da ideia da Cláudia, sobre o passaporte. Acho que além dos encontros de discussão dos livros, podíamos planear algumas visitas/passeios a locais ligados a autores/livros. 

 

  1. De todos os clássicos lidos no Clube qual foi a leitura mais surpreendente e a aquela que mais te desiludiu?

Falando apenas dos livros que li até agora no Clube, que ainda não foram muitos, posso dizer que a mais surpreendente foi “O Vermelho e o Negro”, de Stendhal. Não estava à espera de gostar tanto. Achava que ia ser uma seca e adorei.

A que mais me desiludiu, mas já tinha lido e já sabia ao que ia, foi "A Boneca de Luxo", de Truman Capote. Acho que falta ali qualquer coisa. 

 

  1. Houve algum clássico que te fez mudar a percepção de clássico? Qual?

Eu nunca tive uma perceção má dos clássicos, sempre gostei. Talvez porque tenha tido contacto desde cedo com livros deste género. Mas se tiver que escolher um dentro dos que li no Clube, será "D. Casmurro" de Machado de Assis. Quebra qualquer preconceito de tão leve, divertido e envolvente que é.

 

  1. Que clássico recomendariam a alguém para começar a ler clássicos?

Capitães da Areia, Jorge Amado (1937) / Orgulho e Preconceito, Jane Austen (1813)

 

 7. Qual foi a personagem mais interessante e a personagem mais irritante que conheceste nas leituras dos clube? 

Nas leituras do Clube foi, sem dúvida, Julien Sorel, protagonista de "O Vermelho e o Negro". Marcou-me muito. Indico-o para os dois lados, porque tanto me irritava como o achava super interessante. 

 

  1. Indica dois Clássicos que gostavas de ver no Clube.

Como referi no último encontro, gostava de ver Ficção Científica, títulos como "20.000 léguas submarinas" ou "A Guerra dos Mundos". Gostava também de ver aqueles clássicos que imaginamos quase "a preto e branco" como "Germinal" de Émile Zola ou  "A Mulher de 30 anos" de Balzac. E até, quem sabe, um Ulisses, de James Joyce. (Foram mais que dois, mas vocês percebem).

 

  1. Indica dois dos teus Clássicos preferidos de sempre.

Desculpem se isto vos vai parecer cliché, mas tenho que responder com a verdade.

Hoje em dia é quase regra ler Jane Austen. No mundo dos blogs e canais literários fala-se nela só para não se ficar de fora (é aquela cultura de serem todos iguais e a ler o mesmo, da qual eu tento fugir), gente que lê só para não dizer que não leu. Mas a minha história com Jane Austen já é antiga. Conheci-a numa altura em que ninguém lia Jane Austen (ninguém da minha idade e dos meus relacionamentos, entenda-se). Li Orgulho e Preconceito quando tinha uns 13 anos e amei. Foi um presente da minha mãe que me aconselhava a ler Jane Austen, precisamente para me fazer conhecer os clássicos ingleses e me abrir horizontes. Orgulho e Preconceito foi o livro da viragem, para mim, foi com ele que comecei a ler livros mais adultos. Por isso tem um cantinho muito especial no meu coração.

Outro que amo de paixão é “Os Maias”, porque foi o livro que me fez perceber que gostava a sério de clássicos, que conseguia lê-los, compreendê-los e divertir-me com eles. Eça de Queirós era um monstro de sete cabeças para a maioria dos miúdos na escola, pela linguagem mais clássica, mas eu adorei. Tenho um carinho imenso por este livro.

 

  1. Onde gostavas que houvesse um encontro?

Em locais ligados a Literatura, sejam cafés, museus, bibliotecas, jardins…qualquer sítio que nos enriqueça a nível cultural e literário. Este país tem tanta coisa boa. Gostava de conhecer mais livrarias bonitas com o Clube. 

 

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P.S. - Entretanto, há alguns livros que já foram lidos anteriormente no Clube e que quero, sem falta, ler em 2018:

Lolita, O Monte dos Vendavais, O retrato de Dorian Gray, Madame Bovary.

 

06
Nov17

TAG | Fim do Ano 2017 - o que falta?

Esta tag não é mais que um ponto de situação neste quase final de ano, que foca alguns dos desejos literários ainda por cumprir.  Foi a Ariel Bissett que criou a tag e já vi a Claúdia e a Sónia a responder. 

 

1) Um livro que começaste este ano e que precisas terminar?

Não falo de um só livro, falo da série Harry Potter que comecei a ler este ano e quero terminar. Estou no quarto livro. Faltam três. 

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2) Tens algum livro outonal para fazer a transição para o final do ano?

Normalmente, gosto de ligar livros a estações, apesar de este ano não ter nenhum específico para o Outono. Mas quero ler A Menina que Roubava Livros, que tem uma história que ligo a dias frios, chuvosos, debaixo da manta e com chá.

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3) Existe uma nova edição / lançamento que ainda estás à espera?

Não estou à espera de nada em particular, mas há um lançamento interessante agora em Novembro (fiquei de olho). A Antígona vai lançar o livro de Eduardo Galeano, Mulheres, "um conjunto de relatos inspiradores sobre a resistência feminina, desde Joana d’Arc a Frida Kahlo, passando por Eva Perón". Já quero! Não conheço ainda a capa. 


4) Quais os três livros que queres muito ler antes do fim do ano?

Até final do ano vou certamente ler estes três: 

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5) Existe algum livro que ainda pode surpreender e vir a ser um favorito do ano?

Talvez "A Cor do Hibisco", da Chimamanda. 


6) Já começaste a fazer planos de leitura para 2018?

Alguns. Vou manter-me fiel à filosofia que abracei este ano de não entrar na loucura de participar em mil desafios literários que existem por aí. Não dá para tudo e isso cria uma pressão de leitura gigante. Por isso, vou tendo os meus objetivos, sem grandes limites e prazos. Ainda não delineei nada em concreto, mas no geral quero:

- abraçar o Março Feminino outra vez, ler só mulheres em Março.

- continuar a ler livros de vários países do Mundo.

- ler mais Agatha Christie, quem sabe um por mês. 

- ler mais Ficção Científica e Biografias.