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SAY HELLO TO MY BOOKS

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Qua | 18.01.17

Harry Potter e a Pedra Filosofal, J.K. Rowling

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Entrei atrasada nesta viagem para Hogwarts, consciente da importância que Harry Potter tem para milhões de leitores em todo o mundo. Tinha receio de não gostar dele. Mas no fim do primeiro capítulo apetecia-me ler mais. No segundo, percebi que estava realmente interessada na história e no terceiro capítulo já estava rendida. Foram precisamente estes três capítulos que J.K. Rowling enviou para várias editoras até uma delas dizer que queria ler o resto. 

 

"Vão escrever-se livros a seu respeito, todas as crianças do nosso mundo conhecerão o seu nome!"

Professora McGonagall

 

Já conhecia a ideia geral da história, que não vale a pena contar aqui porque sou, provavelmente, a única alminha que nunca tinha lido o livro. Vi o primeiro filme há vários anos e, apesar de me lembrar do essencial, muitos acontecimentos e pormenores tinham desaparecido. Portanto, li-o quase virgem sobre o mundo Harry Potter e a partir daqui será uma descoberta completa. 

 

Confesso que não esperava gostar tanto. Li-o em 48 horas. Dei por mim a torcer pelo Harry, a revirar os olhos quando aparecia o Malfoy e a achar imensa piada ao Ron e aos irmãos Weasley. Não simpatizei muito com a Hermione, é tipíca colega marrona, que dá graxa aos professores mas que queremos manter por perto porque pode ser útil. Espero descobrir-lhe mais qualidade nos próximos livros. 

 

Obviamente que é muito diferente ler uma história destas com 13 anos (idade que tinha no ano 2000 quando recebi o livro) ou com 29. Hoje em dia o meu gosto e exigência literária são muito diferentes de quando era adolescente. Mas em nenhum momento desta leitura quis analisar a escrita, os diálogos e o desenvolvimento dos personagens. Deixei-me apenas levar pela história. E foi o melhor que fiz. Li-o com olhos inocentes e mente aberta, sem os filtros críticos que utilizamos ao ler livros de ficção. E, mesmo com esta idade, dei por mim a desejar uma varinha que satisfizesse os meus desejos e a querer colocar um manto de invisibilidade na wishlist do próximo aniversário. 

 

"Não se resolve nada a divagar em sonhos, quando nos esquecemos de viver."

 Professor Dumbledore

 

E a verdade é que, de uma forma muito simples, a magia sai das páginas impressas para a nossa realidade e alimenta qualquer imaginação por mais céptica que seja. Não é um livro para crianças, é uma história para todos os que não têm preconceito de trazer Fantasia à rotina diária. Lê-se de um fôlego, sem dar pelas páginas a passar, e com vontade de fazer um desviozinho para Hogwarts enquanto vamos para o trabalho de manhã. 

 

Contei-vos as minhas primeiras impressões sobre o livro. Após terminar a leitura, os pensamentos são os seguintes:

- Estava certa sobre o carácter do Snape.

- Tanta coisa com a pedra filosofal e em menos de nada pronto, acabou-se, destruiram-na e já está...  

- Não me punham numa vassoura a jogar Quidditch nem por nada. 

- Medo de andar naqueles corredores a meio da noite. 

- O Voldemort pareceu-me um vilão fraquinho neste livro. Acredito que ganhará força daqui para a frente. 

- Gosto da mãe do Ron. 

- O Dumbledore é fofinho. 

- Também queria que a comida me aparecesse no prato já pronta e quentinha. 

- Gostava de estudar numa escola assim. 

 

J. K. Rowling conseguiu criar todo um universo de criaturas, regras e palavras novas, jogos inventados, delineou e planificou cursos de magia, colocou em papel todo um mundo novo e admiro-a por isso. A par da criatividade e febre de Harry Potter só encontro "O Senhor dos Anéis" de Tolkien e as "Crónicas de Gelo e Fogo" de George R. R. Martin. E apesar de dizer que Fantasia não é dos meus géneros preferidos, confesso que de vez em quando sabe muito bem fugir da realidade do comum dos mortais e viajar até terras onde dragões, feitiços, bruxas e magia são os protagonistas. 

 

Este livro deixa no ar alguns mistérios e segredos que aguçam a curiosidade do leitor para os próximos volumes. É bom saber que a história não termina aqui e há mais seis livros para ler. E relativamente a uma questão importante: ainda não fiz o teste para saber qual a minha equipa. Sabem a vossa? 

 

Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal

Autor: J. K. Rowling

Edição: Editorial Presença, 1999

Ano de publicação: 1997

 Nº páginas: 317

Ter | 17.01.17

101 with Books | Novembro e Dezembro

Vocês já conhecem o projeto 101 with Books, uma lista com vários momentos de leitura propostos. É um desafio para ir fazendo. Depois de partilhar as imagens que registei em Setembro e Outubro, chegou a hora de partilhar as de Novembro e Dezembro. Novembro não foi um mês de peso neste desafio, mas Dezembro compensou.

 

NOVEMBRO

 

34. Ler em silêncio total

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DEZEMBRO

 

100. Ler debaixo das mantas

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17. Ler numa fila de espera

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46. Ler perto de uma árvore de Natal

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61. Ler com uma chávena de chá

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82. Ler um livro com imagens 

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Confesso que ler debaixo das mantas foi o que melhor me soube durante o frio e os dias curtos de Dezembro. E a chávena de chá também andou sempre presente. 

 

Total: 13/101

Dom | 15.01.17

Comecei a ler Harry Potter...

Peguei-lhe na sexta-feira à noite, antes do jantar, li dois capítulos. Mais tarde, já na cama quentinha e confortável, li mais uns três. 80 páginas de Harry Potter no primeiro dia. No sábado passei o dia com a história na cabeça: o miúdo que não sabia que era feiticeiro, os pais que morreram, de onde vem a cicatriz, aqueles tios que são intragáveis, a vontade de dar dois estalos no primo badocha, ahhh conseguiu receber a carta de Hogwarts, boa!!! Ao fim do dia li mais cinco capítulos, mais 110 páginas. Espero conseguir terminar hoje, são 127 páginas para ler. 

 

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Confirmo que é um verdadeiro page turner. Não esperava eu outra coisa. Gosto de livros que me fazem não reparar nas páginas a passar. E apesar de já ter visto o primeiro filme há alguns anos, não me lembrava de quase nada, a não ser da cara do Harry, do Ron, da Hermione, do Malfoy e de alguns professores, do jogo Quidditch, do cão das três cabeças e pouco mais. Acredito que quem leu os livros assim que saíram fez um exercício brutal de imaginação. É inevitável, hoje em dia, eu já ter uma imagem formada do Harry, do Dumbledore e por aí fora. Ainda assim, por não me lembrar de tudo, consegui brincar um bocadinho com a imaginação. Até porque vi os três primeiros filmes há tantos anos, que há pormenores que se escapuliram completamente da minha memória. 

 

Pensamentos até agora:

- Uma família que não o compreende nem assume que está ali um miúdo especial só me lembrava a história da Matilda. 

- Claro que o primo Dudley é gordo e estúpido. Clássico. 

- Adorava ter uma coruja de estimação.

- Miúdos como o Malfoy são importantes para contrabalançar o bem. Esta dicotomia entre o bem e o mal é essencial. 

- Acho que me lembro de qualquer coisa como o Snape afinal não odiar o Harry, apesar de querer passar essa imagem. 

- Acho a Hermione chatinha, até agora. 

- Apesar de Fantasia não ser o meu género favorito, estou a gostar deste mundo de magia e feitiçaria, por criar possibilidades e escapatórias a situações que de outra forma não seriam possíveis. É bom sair um bocadinho da realidade, de vez em quando, e ler este tipo de ficção. 

 

Quando acabar de ler o livro, faço uma opinião mais formada. Mas estou a gostar muito até agora. Por favor, não me dêem spoilers. 

Sex | 13.01.17

Pequeno questionário sobre o blog

Ano novo, vida na mesma...mas com melhorias. Devemos sempre andar para a frente e tentar melhorar o que podemos à nossa volta, não é verdade? Por isso, hoje venho fazer algumas perguntas a quem lê este blog, a quem passa por aqui de vez em quando, ou até a quem caiu hoje de pára-quedas por estas bandas. Quero saber o que gostam, o que preferem e a vossa opinião, com os olhos postos em melhorar sempre este espaço. Vários blogs fazem este tipo de questionário, mas as respostas dos outros não me servem, tenho que saber especificamente deste cantinho. 

 

Opiniões de livros: extensas ou curtas? 

E se todos os meses falasse também dos filmes e séries que vou vendo? 

Um blog de livros deve manter apenas o assunto livros ou pode descair às vezes para coisas da vida em geral? 

Gostam de saber quem está por trás dos blogs ou isso não vos influencia nada quando gostam de algum?

Gostam de saber como vão os desafios literários de quem seguem mesmo não os fazendo?

Quais são os aspectos de que gostam mais nas redes sociais de quem fala de livros? 

 

 

Obrigada pessoas queridas dos livros (e não só).

Sandra.

 

Qui | 12.01.17

Best of 2016 | Livros, Filmes, Séries, Música

2016 foi repleto de bons livros, séries e filmes. E hoje partilho os melhores, os que mais me marcaram e aqueles que recomendo a toda a gente. Faz-me muita confusão quando alguém diz que não lê muito, que não tem o hábito de ver filmes ou que não acompanha nenhuma série porque, para mim, são coisas essenciais no dia-a-dia. E como nem a meio de Janeiro estamos, ainda vamos muito a tempo de partilhar o best of de 2016. 

 

LIVROS

Foi um ano de boas leituras, mas este quatro livros entraram para a lista de preferidos, mexeram muito comigo enquanto os lia e trouxeram-me uma nova forma de ver o mundo depois de os ler. Cinco estrelas todos.

 

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A Sangue Frio, Truman Capote (opinião aqui)

Um livro de não ficção, escrito por Capote como uma reportagem romantizada. O facto de ser uma história real mexeu muito comigo. Conhecer pormenores por trás de um assassinato de uma família inteira numa cidade do interior dos EUA, saber o porquê, entrar dentro da cabeça dos assassinos...tudo isso foi possível com a mestria de Capote. Li em Janeiro, mês em que se comemorava 60 anos da sua publicação. Aconselho a toda a gente. Não deixem de ler. 

 

The Help | As Serviçais, Kathryn Stockett

Um dos melhores livros que já li. Também foi um dos melhores filmes que vi em 2016, como conto lá em baixo. Não conseguimos parar de ler, imaginamos cada cenário descrito pela Skeeter, sentimos o aroma de cada cozinhado feito pela Minnie e sofremos a dor das desgraças da Aibileen. É impossível ficar indiferentes a estas personagens, a esta história. Leiam!

 

Capitães da Areia, Jorge Amado (opinião aqui)

É lindo! De uma beleza poética fora do normal. A vida e os problemas das crianças orfãs e abandonadas da Bahia atacam-nos o coração e ficam connosco muito depois de terminarmos de ler a última página do livro. Jorge Amado tinha um dom. E ainda bem que o deu ao mundo. Li-o no verão, eu própria com os pés na areia e a sentir a brisa do mar, enquanto pensava na sorte por ter a vida que tenho. 

 

Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago (opinião aqui)

Não vale a pena dizer, mais uma vez, o que foi este livro na minha vida. Senti-me fisicamente incomodada. Senti repulsa, revolta, admiração e compaixão. É uma obra-prima! Se ainda não leram, peguem nele imediatamente!

 

SÉRIES

Há muitos anos que sou viciada em séries. E digo viciada porque não consigo ver apenas uma, vejo várias ao mesmo tempo, e porque não consigo ver na televisão um episódio por semana, vejo no computador vários episódios seguidos, se for possível. Em 2016 continuei a ver aquelas que já sigo há anos e comecei a ver algumas novas. Uma surpreenderam-me, outras desiludiram-me e não passei do episódio piloto. Destaco três que marcaram o meu 2016.

 

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The Stranger Things (1ª Temporada)

Foi a série-sensação do ano. Não havia quem não falasse de Stranger Things. Decidi experimentar e em dois dias vi a primeira temporada completa. É incrível, tem personagens excelentes como a Eleven e todos os miúdos, tem a Winona Ryder a fazer um papelão, passa-se nos anos 80 e tem banda sonora dessa época (adoro!), tem referências a vários filmes de culto dessa altura também e tem vários mistérios que nos fazem ficar agarrados ao ecrã até ao último minuto do último episódio. 

 

How to get away with murder (2ª temporada)

É uma das minhas séries preferidas da actualidade. Adorei a primeira temporada e acho que a segunda ainda foi melhor. Tenho medo de começarem a esticar demasiado daqui para a frente, a terceira já me parece estar a entrar por caminhos apertados, mas vamos ver... Adoro a Viola Davis no papel da advogada Annalise Keating, não é à toa que ganhou um Emmy por este papel. É das melhores actrizes que há por aí. Os mistérios, as mentiras, todo o enredo é bom, e até os dramas pessoais dos personagens acabam por ter muito peso dentro dos casos que têm para resolver, sempre com a sombra de acontecimentos mais negros que os faz estarem todos interligados e que são o fio condutor da série. 

 

Game of Thrones (6ª temporada)

Não podia deixar de ser. Depois de duas temporadas mais fraquinhas, a sexta season de GoT chegou com tudo! Revelações, discussões, vinganças e mortos para dar e vender. O último episódio foi brutal, a fazer jus à reputação da série. Estou curiosa para ver como vai ser a sétima temporada, sem estar cá fora o sexto livro, mas vamos a isso. 

 

Menção Honrosa: Orange is the new black (4ª temporada)

Apesar de muitos dizerem que é "série de gaja", gosto muito e depois de ter achado a 3ª temporada menos boa, a quarta voltou a ter momentos incríveis. O leque de personagens é excelente, diferente de muita coisa que se vê por aí. 

 

Em 2017 quero ver Narcos, The Crown, Black Mirror e Westworld pela primeira vez. Quero ver as temporadas finais de Girls e Pretty Little Liars. Quero aguentar a seca que está a actual temporada de Grey's Anatomy. Quero pôr Empire, Suits, The Affair e House of Cards em dia. Quero continuar a ver Modern Family, The Big Bang Theory e Younger. Quero rever Gilmore Girls e ver os novos episódios. 

 

FILMES

Confesso que todos os filmes de 2016 que vi em 2016 não me encheram as medidas. É normal, os melhores estão a chegar agora, na corrida para os Óscares. Por isso, este TOP é dos cinco filmes que mais gostei de ver em 2016, não tendo necessariamente estreado esse ano. 

 

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The Revenant (2015)

Logo em Janeiro passei 3h em stress no cinema a acompanhar a jornada de vingança e sobrevivência do DiCaprio. Gostei muito e ele ganhou o Óscar, finalmente. 

 

Room (2015)

Também vi no cinema, no início do ano, e mexeu imenso comigo. O puto faz um papel brutal e a Brie Larson também está incrível, tanto que ganhou um Óscar. Muito bom filme. 

 

Inside Out (2015)

É, sem dúvida, o filme de animação que mais gostei nos últimos anos. A ideia é genial, as personagens estão muito bem pensadas e caracterizadas, tem pormenores muito bem apanhados e é um filme divertido e pedagógico. Para crianças e adultos. 

 

The Help (2011)

Foi depois de ver o filme que decidi pegar no livro, parado na minha estante há mais de um ano. Não sei dizer se gosto mais do livro ou do filme. A Viola Davis, a Octavia Spencer e a Emma Stone merecem todos os aplausos pela interpretação das personagens. É um filme bonito, verdadeiro, que nos envolve e nos faz pensar. Todas as personagens têm alguma particularidade especial, todas passam uma mensagem importante, todas nos fazem viver aquela história quase como se estivessemos lá. Tornou-se num dos meus filmes preferidos. 

 

Amigos Improváveis (2011)

Outro filme de 2011 que entrou para a lista de melhores filmes que vi em 2016 (e sempre) é este. Um filme francês que conta a história de amizade entre um milionário tetraplégico e do seu auxiliar de enfermagem de raízes humildes. Baseado em factos reais, transporta-nos para a aventura que é sair da zona de conforto e explorar o que pessoas que à partida nada têm a ver connosco, podem trazer à nossa vida. Um dos filmes franceses mais rentáveis de sempre. Demorei muito para vê-lo, não façam o mesmo erro. 

 

MÚSICA

Eu digo muitas vezes que tenho alma antiga. Os meus gostos literários pesam mais para os clássicos, a maior parte dos meus filmes preferidos são do século passado e em relação à música não é muito diferente. Dêem-me 70's, 80's e 90's e sou uma mulher feliz. Mas, apesar disso, todos os anos surgem novas músicas que me entram no ouvido e ficam em loop na minha cabeça dias e meses a fio. Foi o caso destas três. 

 

 

 

 

Ter | 10.01.17

Cinematona 2 | Conclusão

Há três meses participei na primeira Cinematona, criada pela Dora. Eram 12 filmes para 12 categorias e portei-me ali como uma cinéfila à maneira. Em Dezembro a Cinematona voltou, mais uma vez com 12 categorias, mas desta vez não consegui ver os 12 filmes. É um mês mais ocupado, com menos tempo em casa, mais convívios, compras, jantares, aniversários, viagens pelo meio...enfim. Só consegui ver 8 filmes (vi mais uns cinco fora da cinematona, mas não contam para o caso). Foram eles:

 

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1 - "Raios parta mas é desta que vejo isto!"

Annie Hall (1977)

Não gosto de tudo o que Woody Allen faz, mas sempre ouvi dizer que os filmes mais antigos é que são as suas obras primas. O comediante Alvy Singer, inteligente mas com pouca prática no que respeita ao amor, conhece Annie Hall, cantora de clubes noturnos e de uma forma muito particular consegue conquistá-la. O problema é que são ambos inseguros, neuróticos, maníacos e nervosos, o que torna a relação muito peculiar. Gostei da forma simples, mas potente, de abordar o tema Amor e da representação brilhante de tantos pormenores presentes em qualquer relação da vida real. Os diálogos são excelentes. E as referências literárias ao longo de todo o filme são deliciosas. 

(IMDb: 8.1 // Minha classificação: 9)

 

2 - Um filme erótica...à séria // Um filme de Natal

Elf - O Falso Duente (2003)

Lembram-se que disse aqui que ia trocar o filme erótico por um filme de Natal? Pois, foi o que fiz. (desculpaaaaa Dora!) Vi o Elf e gostei muito. É um filme divertido, completamente dentro dos clichés da quadra natalícia, próprio para ver esta altura e entrar no espírito da época. Tem magia, tem humor e passa uma mensagem bonita. Que mais se pode querer de um filme natalício? Sem contar que o Will Ferrell está muito bem no papel de humano-que-acha-que-é-um-duende. 

(IMDb: 6.9 // Minha classificação: 7)

 

4 - Um filme de animação

Zootrópolis | Zootopia (2016)

Para esta categoria podia ter escolhido vários, que os últimos meses foram recheados de filmes de animação que me despertam curiosidade. Vi o Zootrópolis e, apesar de ter gostado, esperava mais. É engraçado, tem uma ideia criativa muito boa ao criar uma cidade onde todos os animais vivem e convivem de forma pacífica e onde cada um com a sua profissão. (As preguiças serem funcionários num balcão de serviço ao público matou-me!) Vê-se bem mas não achei nada de especial. Entretanto, ganhou o Globo de Ouro para Melhor Filme de Animação no passado domingo.

(IMDb: 8.1 // Minha classificação: 7)

 

5 - Uma adaptação cinematográfica

Blindness | Ensaio sobre a Cegueira (2008)

Li o livro em Novembro e foi um dos melhores do ano. Talvez por isso, quando decidi ver o filme imediatamente a seguir, não tenha conseguido passar dos primeiros 5 minutos, por ter ainda tão presente os cenários e os personagens tal como os imaginei na minha cabeça. Esperei umas semanas e no final de Dezembro vi, então, a adaptação cinematográfica do "Ensaio sobre a Cegueira", do Saramago. Já sei que o próprio autor viu o filme, na altura, e gostou. Mas eu não gostei nada, nada, nada. Alguns dos actores foram muito mal escolhidos, cenas muito mal representadas, pormenores importantes omitidos... Enfim. Quem só viu o filme não sabe o que perde. Não gostei e não recomendo. 

(IMDb: 6.6 // Minha classificação: 5)

 

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6 - Um filme cliché

A Proposta | The Proposal (2009)

Não há mais cliché que uma comédiazinha romântica, não é verdade? Desta vez calhou a sorte à Sandra Bullock (minha homónima) e ao Ryan Reynolds. Ela é patroa dele, daquelas mandonas e frustradas com a vida, que acaba por ter que pedi-lo em casamento para não ser extraditada para o Canadá. É um filme giro, daqueles de "domingo à tarde", entretém, envolve-nos num espírito romântico, com dramas pelo meio, e tem um final feliz. Tudo o que se quer e se espera de um filme cliché. Gostei.  

(IMDb: 6.7 // Minha classificação: 7)

 

7 - Um filme com argumento do Stephen King

À espera de um Milagre | The Green Mile (1999)

Este foi o MELHOR filme do mês. É um daqueles casos que se não fosse a Cinematona, não tinha pegado nele, pelo menos para já. E é incrível, maravilhoso, tocante, envolvente, chocante e muito duro. Comecei a vê-lo uma noite, já tarde, com a ideia de que iria dividi-lo em dois dias, pelo menos, porque é uma história fofinha com três horas e tal. Mas não consegui parar de ver e quando dei por mim eram 3h e tal da manhã a um dia de semana. Chorei baba e ranho, sem conseguir parar e sem conseguir ir dormir a seguir. Só conseguia pensar naquelas personagens, naquela história. Por favor, vejam este filme. O Tom Hanks está muito, muito bem. 

(IMDb: 8.5 // Minha classificação: 9)


11 - "Quero este gajo só para mim!"

Aliados | Allied (2016)

Podiam entrar vários filmes, com vários actores nesta categoria. Mas este estreou no início de Dezembro com o meu querido Brad Pitt e assentou com uma luva nesta categoria. Com 52 anos, o homem ainda está ali para as curvas, de fazer inveja a muitos meninos de 20. Também gosto muito da Marion Cottilard, protagonista feminina, a história é boa, o filme vê-se muito bem, mas o final é num bocadinho previsível e é isso que me faz classificá-lo com um 7 e não um 8.

(IMDb: 7.2 // Minha classificação: 7)


12 - Um filme recomendado por um amigo que esteja a participar na #cinematona 

A Luz entre Oceanos | The light between oceans (2016)

Para esta categoria pedi ajuda à Cláudia e ela disse-me que tinha mesmo que ver "A Luz entre Oceanos", que gostou muito e a marcou. Percebo. Ela tem filhos e mesmo eu, sem filhos, emocionei-me ali numas partes. Não gosto muito do Fassbender, mas adoro a Alicia Vikander, que enche o ecrã com a sua beleza e talento. É daquelas actrizes para manter debaixo de olho. O filme conta uma história bonita e triste, e estive até ao último momento na esperança de que o final fosse como eu queria. Não foi. Mas gosto de filmes que nos fazem pensar o que faríamos naquela situação, como reagiríamos se tudo aquilo acontecesse connosco. Este filme trouxe-me essa reflexão.

(IMDb: 7.2 // Minha classificação: 8)

 

 

Acabei por não conseguir ver:

3 - Um filme sobre a temática do Holocausto 

8 - Um filme baseado em factos verídicos 

9 - Um filme dos anos 80 

10 - Um filme de terror