Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

SAY HELLO TO MY BOOKS

SAY HELLO TO MY BOOKS

07
Fev18

A Vegetariana, Han Kang

IMG_8470.jpg(Fotografia tirada em Dezembro, com o mar das Caraíbas como cenário)

 

"Antes de a minha mulher se ter tornado vegetariana, sempre pensei nela

como alguém que não tinha rigorosamente nada de especial". 

 

É assim que começa este livro tão badalado nos últimos dois anos, desde que foi traduzido para língua inglesa, em 2016, e nesse mesmo ano ganhou o Man Booker International Prize (quase dez anos depois da sua publicação em 2007, na Coreia do Sul). Tudo o que ouvi sobre o livro despertou-me um interesse que, à partida, o título por si só não despertaria. Percebi que não era um livro sobre vegetarianismo puro e duro, e que havia um enredo mais complexo por trás. Sabia que a vida de uma família mudava a partir do momento em que a protagonista decidia tornar-se vegetariana. Não sabia o que esperar da história, mas certamente não era parecido com o que li. Não posso dizer que tenha adorado - como tanta gente adorou - apesar de lhe reconhecer valor.  Tem partes bastante originais, outras achei banais. E acho que a história se perde a meio. Parece que a autora tinha a ideia estruturada quando começou a escrever e depois foi-se perdendo, sem saber para onde ir. A permissa com que começa é muito boa, mas depois entra num decrescendo em que o final não tem a força do início. 

 

Yeong-hye é 'A' vegetariana. É à volta dela que a história se constrói, apesar de nunca conhecermos totalmente o que lhe vai dentro da cabeça. O livro está dividio em três partes e nenhuma é narrada por ela. A primeira parte é pelo marido, a segunda pelo cunhado e a terceira pela irmã, dando-nos três perspetivas diferentes. Vamos percebendo como a decisão de ser tornar vegetariana influenciou toda a família e o futuro de cada um. Mas, no fundo, nada do que se passou a seguir esteve diretamente ligado à decisão dela, mas sim a problemas mais profundos de relacionamentos, personalidades e egos. Gosto muito de ler sobre relações humanas e, por isso, gostei bastante da primeira e segunda partes do livro. Teria dado quatro estrelas se o resto da obra explorasse esse caminho. Mas depois a história perdeu-me. Não quero dar spoilers, por isso não vou revelar mais. Mas tudo o que veio a seguir pareceu-me muito surreal. Consigo ter sensibilidade para compreender certo tipo de distúrbios mentais, mas para mim houve muita coisa sem sentido nesta história. Nem o amor incondicional da irmã por ela me aqueceu o coração, não me tocou. E o irmão? O que trouxe à história? Personagem desnecessária, criada ninguém sabe bem porquê, tal e qual a ajudante de Yeong-hye no hospital. Li as últimas páginas já a bufar e sem paciência. E sim, percebi a mensagem que quis passar. Só não gostei por aí além. 

 

Também acho que o título não corresponde ao conteúdo e isso irritou-me. Li e vi tantas opiniões a focarem-se tanto na decisão de Yeong-hye em deixar de comer carne e que sofreu porque isso ia contra as "normas" da sociedade e bla bla bla...mas, sinceramente, acho que isso é o facto com menos importância neste livro. É uma questão relevante sim, mas fica completamente em segundo plano aqui. Porque percebemos que os problemas dela já vinham de trás, muito antes da decisão. Também se diz muito que é "a história de uma mulher com desejo de ser dona das suas vontades, de querer controlar o próprio corpo". Não concordo. Acho que toda a razão para se querer tornar vegetariana - e posteriormente uma árvore - da forma radical como o faz, e com a apatia que mostra ao longo de todo o processo, revela é alguém muito perturbado, com um sofrimento e depressão profundos. Esse sim, é o foco principal do livro, na minha opinião. Acho que descreve bem alguns aspectos relacionados com a Solidão. Gosto muito mais da face negra e depressiva das personagens tratada de forma intrínseca, do que estando associada à tal decisão. Os relacionamentos humanos, as reacções, as motivações mais profundas de um personagem é o que mais gosto de ler e descobrir. E isso é, para mim, o ponto alto do livro. 

 

"Vê os pingos da chuva a fustigarem a janela, com a cadência constante em que

só as pessoas habituadas à solidão reparam".

 

Título: A Vegetariana 

Autor: Han Kang

Edição: D. Quixote, 2016

Ano de publicação: 2007, Coreia do Sul 

 Nº páginas: 190

25
Jan18

InÉditos Expresso #1

 

IMG_0303(1).jpg

 

MACAU NOIR, Clara Ferreira Alves

2*

Um conto curto. Trinta e cinco páginas ao todo. Começou bem, um jovem inglês que procura um advogado português em Macau porque se apaixonou por uma miúda meia chinesa-meia portuguesa. Fala-se da herança que Portugal deixou em Macau, dos pastéis de nata, do encolher de ombros quando surge algum problema. Fala-se de casinos e o perigo de um estrangeiro meter-se com as mulheres locais. Prometia muito e, no fim, ficamos a boiar, à deriva numa história que claramente não nos leva a porto nenhum.  Não é que seja um final em aberto, é apenas um não-final. Por isto, não gostei. 

 

"Os cruzamentos do grande império português que de tão pequeno que ficou ninguém se lembra dele.

Se for a Lisboa, ninguém por lá tem ideia disto. De Macau. Da nossa existência. Dos portugueses que ficaram em Macau."

 

 

IMG_0304.jpg

 

O MAL DOS OUTROS, Bruno Vieira Amaral

4*

Escrita que prende. Começa bairrista, com alguma crítica social. Gosto disso. Passa para a história de um casal junto há vários anos, mas completamente desligado. Gostei da forma como o autor retratou os sentimentos tanto do homem como da mulher. Gosto da forma como explicou o porquê de chegarem àquele ponto da relação. E gostei do desfecho. Um final em aberto, mas bem construído.

 

"Unia-os o julgamento sumário de quem se convence de que o mundo interior de cada um é obrigatoriamente acessível à pessoa que vive connosco."

 

24
Jan18

O Rei de Havana, Pedro Juan Gutiérrez

IMG_0286.jpg

 

Não gostei deste livro. Nunca tinha ouvido falar do autor, nem sabia do que o livro tratava, portanto não tinha expectativas. Estava a poucas semanas de viajar para Cuba e queria ler um autor cubano, especialmente um livro que se passasse em Havana, para conhecer um pouco mais da cultura deles. Encontrei "O Rei de Havana" na biblioteca e decidi que era este que ia ler. A contracapa deixou-me curiosa, lê-se "Uma espécie de Bukowski do Caribe ou de Henry Miller de Havana", escrito pelo Tribuna. Fasquia lá no alto, portanto. Adoro Bukowski, isto só pode ser bom, pensei eu. Pois foi mau

 

Custou-me muito ultrapassar as trinta primeiras páginas. Andei a mastigá-las tempo demais. Forcei-me a continuar. É a história de Reinaldo, um miúdo de 17 anos que foge do reformatório, sem família - de cuja morte foi acusado - e vai fazendo o que pode para sobreviver nas ruas pobres de Havana. Pede esmola, rouba comida, mete-se com mulheres e homens que lhe possam dar um espacinho para dormir, um bocado de comida e alguma atenção. Passa por várias situações complicadas - chamaria aventuras, se não fosse apenas o instinto de sobrevivência a falar mais alto - e acompanhamos esta jornada que se transforma num ciclo vicioso, numa espiral de autodestruição. Apaixona-se. Tem relações com várias pessoas ao longo de todo o livro. Rei, o nome pelo qual responde, é violento, mas também sensível. Sobrevive a cigarros, rum, marijuana e as migalhas que lhe vão caindo no estômago. 

 

Até aqui tudo muito bem. Não fosse a escrita de Pedro Juan Gutierrez ser "desgarrada, cruel, autêntica" como vem descrito também na contracapa. Eu descreveria-a como crua e demasiado real - baixo nível até. Não posso transcrever aqui nenhuma passagem com medo de ferir susceptibilidades e pior, haver menores de idade a lerem isto. Mas posso dizer que nunca tinha lido nada tão explícito em termos sexuais. Não só do acto em si, como de expressões, sensações, emoções dele e de pessoas que o rodeiam. Mas de forma feia e básica demais. Calão e asneiras para dar e vender frase-sim-frase-não. Depois, achei muito repetitivo. Acontecimentos da história que se vão repetindo, diálogos muito iguais entre personagens diferentes. Já revirava os olhos. Sinto que 95% do livro foi andar sempre à volta do mesmo, mudando só de cenário, mas sem acrescentar nada. Para minha surpresa, não desgostei do final. Previsível, mas trabalhado de uma forma que não estava à espera. Analisando o todo, acredito que Pedro Juan Gutierrez escreveu sobre uma realidade que conhece bem - isso é visível - mas sem grande esforço para tornar a obra um bocadinho mais literária. 

 

Podia processar o autor pelas rugas de expressão que ganhei por ter passado a leitura toda com a testa franzida, enojada, incrédula e aborrecida com certas descrições, diálogos e pormenores. Se me pedissem para resumir o livro, seria algo como: sexo - miséria - sexo - prostituição - álcool - sexo - violência - sexo - fome - sexo - pobreza - sexo, num cenário apocalíptico.

 

O livro foi lançado em 1999 e a história passa-se nos anos 90. Não duvido que se vivesse assim em Havana. Estive lá, vi a miséria de perto, prédios em ruínas com pessoas a viver lá dentro, crianças a pedir dinheiro, miúdas a prostituirem-se, pessoas com roupas velhas, sujas e rotas, etc. Acredito que há vinte anos, antes de ser levantado o embargo económico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelos EUA, a realidade fosse cem vezes pior. Em teoria, a realidade está bem representada. Na prática, o conteúdo é mau. Considerei-o uma das piores leituras de 2017. E leva duas estrelas em vez de uma, pelo simples facto de retratar um período e um estilo de vida em Havana, que acho estar fiel à realidade. 

 

                                                                          

Título: O Rei de Havana

Autor: Pedro Juan Gutierrez

Edição: Dom Quixote, 2000

Ano de publicação: 1999

 Nº páginas: 193

16
Jan18

Toda a gente leu, menos eu

Andava eu aqui a pensar naqueles livros que tenho na estante há algum tempo - e não quero que passem de 2018 sem serem lidos - quando reparei que alguns são aqueles que tooooda a gente já leu, menos eu. Alguns são clássicos que até tenho vergonha de dizer que ainda não li, outros são aqueles cheios de hype, muito falados e muito publicitados. E eu fujo de novidades, não só pelo preço de fazer corar qualquer pessoa de bem, mas porque quando está tudo a falar do mesmo, o livro cansa-me antes mesmo de lhe pegar. Tal e qual aquelas músicas que cantamos alto no carro, mas quando começam a passar 562 vezes por dia na rádio, mudamos de estação assim que ouvimos os primeiros acordes. 

 

Fui adiando essas leituras, apesar de saber que têm o seu valor e que, provavelmente, vou gostar muito. Mas chegou o dia ano. De 2018 não passam, nem que a vaca tussa (adorava saber como é que estas expressões pegam). São eles: 

 

A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

A Menina que Roubava Livros, Markus Zusak

Misery, Stephen King

O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde

Madame Bovary, Gustave Flaubert 

 

Se por acaso ainda não leram algum destes tenham a caridade de me dizer, para não me sentir tão E.T., 'tá bom? E digam-me quais são os vossos títulos que encaixam em #todoslerammenoseu

14
Jan18

Encontro Clube dos Clássicos Vivos | Janeiro 2018

Mais uma voltinha, mais um encontro do Clube de Clássicos Vivos. O primeiro de 2018. A discussão era sobre "A Ilustre Casa de Ramires", de Eça de Queiroz, leitura escolhida para Novembro e Dezembro. Alguns membros do grupo vivem em Leiria e sugeriram que o encontro fosse lá para fazer a discussão do livro. Eça viveu ali algum tempo e há pela cidade várias referências ao autor. Organizámos boleias (não há desculpa para não ir) de quem ia de Lisboa e fizemo-nos à estrada! O ponto de encontro era o Espaço Eça, uma espécie de coffee and wine bar (ficámos pelo coffee, pelo chá...e a Cristina pela cerveja)! Um espaço muito giro, com uma decoração queirosiana ao pormenor, estantes cheias de edições de livros dele, frases nas paredes, bonecos, imagens, enfim. Só faltava o próprio ali, em carne e osso, sentadinho a conversar connosco

 

IMG_9484-horz.jpg

 

A discussão durou quase 1h30. Se têm curiosidade para saber como foi podem ver a LIVE que a Cristina, do canal Books&Beers, fez. Houve quem gostasse muito do livro (eu! - e mais umas meninas) e quem não gostasse nada. Não é a minha obra preferida do Eça, mas nunca achei o livro maçador. Diverti-me com o Gonçalo Ramires e todas as personagens que faziam parte do seu círculo. Apesar de achar o enredo talvez simples demais, a narrativa é maravilhosa. 

 

IMG_9483.JPG

IMG_9499.JPG

IMG_9500.JPG

26733413_1972878492752574_8070439764498936016_n.jp

 

Depois da discussão sobre a obra, fomos conhecer a fachada da casa onde Eça viveu, quando se mudou para Leiria, em 1870, para assumir o cargo de Administrador do Concelho. Ali escreveu praticamente toda a sua colaboração com Ramalho Ortigão em "O Mistério da Estrada de Sintra" e, provavelmente, os primeiros esboços de "O Crime do Padre Amaro", que tem muitas cenas passadas na cidade. Mas achei que a casa estava completamente ao abandono. Percebi, depois, que por dentro está em ruínas. Que pena. Claramente, não houve preocupação alguma para preservar o local ao longo do último século, para fazer dele um ponto de visita para quem é fã do escritor. Um dos nossos grandes. 

 IMG_9520.JPG

 

Fomos almoçar. Conversa, conversa, conversa. Tivemos sorte, não estava a chover e pudemos andar a passear à vontade. Havia uma feira de rua com várias bancas de livros usados, muito baratos e muito chamativos. Estou orgulhosa, ninguém cedeu à tentação! Fomos conhecer, também, a livraria Arquivo, que fica no centro. Houve onversa para dar e vender, sobre livros e sobre o mundo em geral. Às 17h despedimo-nos, com a promessa de vários programas culturais em Lisboa e a certeza que daquia dois meses estaremos sentadas numa mesa, algures por esse Portugal, a discutir mais um clássico muito vivo

Podem ver também o vídeo da Cláudia, que registou alguns momentos do nosso dia, fez perguntas a várias meninas (aqui a miúda incluída), e dá para sentir um bocadinho do ambiente vivido! 

 

IMG_9508.jpg

06
Jan18

Volta ao Mundo em Literatura: 12 meses, 12 países, 12 livros | Conclusão

Este foi um desafio que criei para mim mesma, no início de 2017, como forma de me incentivar a ler autores de países que não lia tanto. Reparei que as minhas leituras, na maioria, recaíam sobre Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Brasil (o que não quer dizer que só lesses autores destas nacionalidades). Então decidi escolher 12 países, de continentes diferentes, e pré-defini um autor para cada um. Mantive a maior parte das escolhas, outras fui mudando durante o ano. É importante referir que escolhi apenas autores que nunca tinha lido. A verde estão os que li. 

 

Alemanha: Thomas Mann - Morte em Veneza

Angola: Pepetela      

Austrália: Markus Zusak    

Canadá: Margaret Atwood  

Chile: Isabel Allende - O Reino do Dragão de Ouro

Coreia do Sul: Han Kang - A Vegetariana

Cuba: Pedro Juan Gutiérrez - O Rei de Havana 

FrançaStendhal - O Vermelho e o Negro 

Índia: Aravind Adiga

ItáliaPrimo Levi - Se isto é um homem 

Nigéria: Chimamanda Ngozi Adichie      

Rússia: Fiódor Dostoiévski - O Jogador 

 

Os autores mudados foram:

França - inicialmente tinha escolhido Gustave Flaubert.

Canadá - inicialmente tinha escolhido Alice Munro.

 

Os países mudados foram:

Cuba - tinha definido ler algum autor do Perú para a América do Sul, mas li do Chile, mudei para Cuba e, assim, acrescentei América Central à lista.

Coreia do Sul - tinha escolhido Japão, mas surgiu a Han Kang que se tornou prioridade.

 

Conclusão:

Li 7 em 12. Não está mau, mas gostava de ter concluído o desafio. Confesso que fui dando prioridade a outras leituras. Mas há aqui autores que quero muito ler, por isso o desafio vai continuar em 2018. É um dos meus objetivos: ler os cinco que faltam. Nessa altura, farei o balanço de qual gostei mais, qual gostei menos, que culturas me encantaram mais, que autores quero continuar a ler e quais me deixaram de cabelos em pé. 

05
Jan18

O Say hello to my books em 2017

2017 foi um excelente ano para o blog (ainda que eu seja um bocadinho desnaturada e tenha alguns posts em atraso). Foi um ano em que me dediquei, partilhei opiniões, eventos, novidades, pensamentos literários e não só. Comecei-o em 2015, a meio gás, e só a partir do segundo semestre de 2016 é que comecei a levá-lo mais a sério, tanto aqui como nas redes sociais. Em 2017 ele já estava enraizado, mas comecei a senti-lo mesmo como uma parte de mim. De quem eu sou.  

 

large (6).jpg

 

2017 foi o ano em que criei o Março Feminino. Foi o ano em que conheci muita gente destas andanças e criei ligação com várias. Foi o ano em que entrei num Clube de Leitura. Foi o ano em que voltei à Biblioteca. Foi o ano em que trabalhei na Feira do Livro. Foi o ano em que chorei pela primeira vez com um final. Foi o ano em que pedi o primeiro autógrafo (à Pilar del Rio). 

 

Em 2017 mais que dupliquei o número de subscritores aqui no Sapo Blogs. Não que o número seja o mais importante, mas sentir que o que escrevo chega a mais gente e que há tantas pessoas com interesse em ler o que tenho para dizer, é muito bom. Obrigada a quem chegou nos últimos tempos e a quem cá está quase desde o início. Tive vários posts destacados no Sapo Blogs. Tripliquei o número de visualizações. Curiosamente é do Porto que chega mais gente, logo a seguir Lisboa (muito pertinho) e depois Sintra, Setúbal e Vila Nova de Gaia, para meu espanto. Se forem de uma destas cidades acusem-se nos comentários! Quanto aos países, e excluindo Portugal, os cinco que mais lêem o blog são: Brasil, França, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido. Interessante. É engraçado perceber também que, mesmo hoje em dia, a grande a maioria das pessoa chega ao blog através do computador. E não é preciso dizer que 90% são mulheres (onde andam os homens leitores?)!

 

Instagram do blog também cresceu muito em 2017. É a minha rede social preferida, por isso fico feliz. Permite uma interacção quase instantânea com quem gosta das mesmas coisas e é uma ferramenta óptima para conhecer novos livros, autores, saber se um livro é bom e conhecer a cara das pessoas que estão por trás de outros blogs. 

 

E agora vamos a alguns dos posts que marcaram este ano: 

 

Os 5 posts mais lidos de 2017:

7 Mulheres incríveis na literatura que quero ler

A minha relação com a Feira do Livro e porque é que este ano vai ser diferente

Feira do Livro de Belém

Março Feminino | Vamos ler e ver apenas mulheres?

Jorge Amado, Saramago, Pilar e vinho tinto. Como foi a apresentação do livro?

 

Outros posts importantes este ano: 

O Diário de Anne Frank

7 Mulheres incríveis que já li

O que foi lido no Março Feminino?

Como foi trabalhar na Feira do Livro?

O primeiro livro que me fez chorar e porquê

 

Algumas reflexões mais pessoais:

VIDA | Um dia inspirador

VIDA | Amizade

VIDA | E esse Natal?

 

TAG's feitas em 2017:

Feira do Livro

Livros não lidos

Fim do Ano 2017

Clube dos Clássicos Vivos