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SAY HELLO TO MY BOOKS

SAY HELLO TO MY BOOKS

05.01.18

O Say hello to my books em 2017

Sandra
2017 foi um excelente ano para o blog (ainda que eu seja um bocadinho desnaturada e tenha alguns posts em atraso). Foi um ano em que me dediquei, partilhei opiniões, eventos, novidades, pensamentos literários e não só. Comecei-o em 2015, a meio gás, e só a partir do segundo semestre de 2016 é que comecei a levá-lo mais a sério, tanto aqui como nas redes sociais. Em 2017 ele já estava enraizado, mas comecei a senti-lo mesmo como uma parte de mim. De quem eu sou.       2 (...)
06.01.17

Como foi 2016 aqui no blog?

Sandra
Criei este blog em Outubro de 2015, sem grandes planos. Nos primeiros meses não teve a atenção que merecia e só começou a a funcionar a 100% em Julho de 2016. Até aí, ia fazendo uns posts de vez em quando, espaçados no tempo e na vontade, sem planear ou pensar muito neles. O primeiro semestre do ano foi complicado, a nível pessoal, e tinha a cabeça noutro sítio. Tanto que em Maio e Junho não li praticamente nada.   Mas em Julho decidi que me ia dedicar ao Say Hello to My Books
30.11.16

Resumo dos 30 dias, 30 posts de Novembro

Sandra
30 dias, 30 posts em Novembro. Era este o desafio em me comprometi aqui.  Uns entraram a tempo e horas, outros nem por isso. Mas foi um mês recheadinho de posts com opiniões, discussões, listas e muita converseta sobre livros e é isso que interessa. Hoje, o 30º post vai ser um apanhado de tudo o que foi escrito e partilhado no blog caso tenham andado perdidos no último mês e não tenham (...)
01.10.15

Say hello to my books

Sandra
O nosso Saramago dizia que ler é, provavelmente, outra forma de estar num sítio.  George R. R. Martin acredita que "Um leitor vive mil vidas antes de morrer, o homem que nunca lê vive apenas uma". E, já dizia o músico Frank Zappa, "So many books, so little time".   Eu cá digo que ler é uma terapia. Um escape à rotina, talvez. É, sem dúvida, uma forma de viajar no tempo e no espaço, sem sair do lugar. É conhecer o mundo através das páginas que nos chegam às mãos. É (...)